Obsolescência telefônica
Degustar queijo antes de dormir proporciona doces sonhos

Ultimamente, quando caio na cama, não consigo desmaiar (como antes) mesmo que o corpo esteja reclamando da labuta diária. Sou obrigado a assaltar queijo na geladeira, zapear o controle remoto e contar canais até conciliar o sono e aguardar o sonho com a Lua: todo mundo sabe que a Lua é feita de queijo e eu amo queijo.
Foi assim que hoje pensando em gruyère, parmesão e queijo minas que topei com um estudo de 2005 que sugere que, se a gente come queijo antes de ir à cama, há mais possibilidades de dormirmos placidamente.
O estudo foi realizado pela Associação Queijeira Britânica, em sua tentativa de acabar com o mito de que comer queijo pouco antes de ir dormir provoca pesadelos. Participaram 200 voluntários, e 75 % deles declararam ter dormido sem problemas após consumir 20 gramas de queijo antes de dormir. O queijo Red Leicester, um tipo de cheddar, demonstrou ser o mais efetivo nesse sentido, com 83% dos participantes. Não tiveram pesadelos e a maioria admitiu que ainda podia recordar seu sonho.
Segundo concluíram no estudo, o queijo contém níveis elevados de triptofano, um aminoácido precursor da serotonina, de modo que é muito provável que contribua para reduzir o estresse e facilitar um sono tranquilo. Algo, que por verdade, qualquer mineiro sabe a muiiiito tempo, uai!
Via | Daily Mail.
Samsung dispara (outra vez) no pé, agora no Facebook

Se eu não tivesse visto não acreditaria. A Samsung Mobile USA teve a infeliz ideia de fazer a seguinte pergunta no Facebook: "Se você pudesse levar apenas um dispositivo eletrônico para uma ilha deserta, qual escolheria?"
Eu acho que já imaginam as respostas né? Até agora são pouco mais de 16 mil comentários que indicam uma e outra vez iPhone, Notebook HP, iPad, etc. E é mais fácil encontrar um Nokia 3310 do que qualquer dispositivo da Samsung.
Isto sim é o que podemos chamar de um Epic Fail.
Felizes 30 anos emoticons! :-)
Em 19 de setembro de 1982, o professor Scott Fahlman escreveu a seqüência :-) em um painel eletrônico com o qual os professores e alunos da Universidade Carnegie Mellon dos Estados Unidos costumavam comunicar diversos temas de discussão. O motivo pelo qual ele fez isso foi a necessidade de valorizar esses conteúdos por sua intenção, de forma a poder substituir com certa fidelidade as expressões corporais ou o tom de voz que costumamos utilizar para marcar e uma conversa a veracidade ou importância do que falamos.
Para resolver o problema dos maus entendidos, Fahlman pensou que este tipo de mensagens simulando uma expressão corporal eram simples de entender e seriam suportados sem maiores problemas pelo código ASCII que dominavam tanto os tabuleiros como os painéis eletrônicos por esses tempos.
Em pouco tempo, estes emoticons começaram a gozar de um grande prestígio devido à facilidade de uso e eficácia em sua mensagem, em palavras mais simples, quem não entende uma carinha sorridente, triste ou espantada?
Apesar de que durante os anos seguintes foram incorporados em milhões de serviços, incluídos o chat e o e-mail, tanto em modo texto plano como gráfico, as expressões seguem mantendo as mesmas convenções do ano de sua invenção, escritas no mesmo sentido que o texto normal e recostadas para a esquerda.
É por isto que queremos homenagear o talento de Fahlman para resolver um problema complexo com uma solução simples mas efetiva e que depois de 30 anos de vida continua evoluindo e tão vigente como no seu início. ;-)
A insuportável leveza das embalagens defeituosas
O maior exemplo de oxímoro entre palavra e efeito pode ser verificado nas embalagens abre-fácil. Porque elas podem ter qualquer coisa, menos abertura prática. Tem uma maldita marca de mortadela que, infelizmente, gosto, que não há quem abra aquela joça na linha de picote indicada. Este vídeo mostra (quase) todas as possíveis formas de mal embalar os produtos.
Assim canta a magnetosfera da Terra
A história do inseto inexistente que come pedras

Não é incomum, nos dicionários e enciclopédias, encontrar exemplos de entradas fictícias, algumas delas para capturar as pessoas que violam os direitos autorais copiando literalmente alguma entrada ou simplesmente como travessura. Esta classe de artigos são conhecidos como mountweazel, em homenagem a fotógrafa estadunidense Lillian Virginia Mountweazel, que em realidade nunca existiu.
Um dos casos de mountweazel mais célebres ocorreu na Wikipédia alemã. Nela aparecia uma entrada com referência a um inseto de mentira chamado Leuchtschnabelbeutelschabe, que finalmente a comunidade wikipedista decidiu apagar, ainda que se manteve como fidedigna desde 2003 até 22 de julho de 2008. Mas quero falar de outro inseto. Comia pedras. E também é de mentira.
Tornado de fogo na Austrália
Na verdade, tornado de fogo é um nome pouco apropriado, segundo os meteorologistas as colunas de fogo girando são bem mais parecidas aos redemoinhos (pés-de-vento) que neste caso em específico chegaram a quase 50 metros de altura em Alice Springs (Austrália), na passada terça-feira, 11 de setembro.