Criação de pistas em tempo real

O titulo é mentira. As pistas de rolamento de trânsito que verá não são criadas em tempo real. Ou talvez sim, mas é um tempo real lento, bastante mais lento que os motoristas que passam a seu lado, de modo que as pistas são criadas naquilo que a comunidade científica denomina um tempo real a seu ritmo, que, no final, vai dar no mesmo... ou não.
Wildcat, o robô que galopa

Não é a primeira vez que falamos dos robôs que desenvolvem na Boston Dynamics, por encomenda e em conjunto com a DARPA. Desta vez, o robô objeto de nossa atenção galopa, avança ao trote, como um cavalo.
Seu nome é Wildcat, e pode chegar até aos 25 km/h e diferente dos outros animais da fauna robótica da Boston Dynamics é movido a gasolina, o que lhe dá mais autonomia (32 km) e uma capacidade de carga de até 200 kg.
Ainda que o ruído lembre uma saudosa TT de dois tempos, o bicho move-se com
bastante fluidez imitando os movimentos dos animais que galopam.
Mesa magnética
A mesa magnética de Rock Paper Robot é formada por 27 blocos de madeira com ímãs em seu interior. Usando as propriedades magnéticas e um cabo que os une, o resultado é uma mesa cujos blocos flutuam no ar sem se tocar. Não é algo que não possa ser feito por qualquer mágico de nível 4, mas há que ter, nunca melhor dito, uma grande dose de magnetismo. Em qualquer caso, sempre é possível ver o vídeo da mesa e sentir uma inveja saudável. Ou maligna. Realmente não influi em absoluto nos ímãs.
É um dragão, cospe fogo e é o maior robô andante jamais criado

Um dragão que cospe fogo é tão surpreendente quanto uma torneira que cospe água, sei, assumo que não é uma grande coisa, ainda que reconheça que às vezes me proponha se as torneiras realmente existem ou fazem parte de uma mitologia comum.
Em qualquer caso, aqui estamos falando de Tradinno, o maior robô andante segundo o livro Guinness dos Recordes. Aceitemos os fatos: não só é um dragão senão que ademais é um robô. Só falta mesmo viajar no tempo para ser perfeito.
Jovem transforma sua bicicleta velha em um elevador a pedal da casa da árvore

Se você decidir viver em uma casa na árvore, deverá dar uma olhada no
vídeo que ilustra este post logo após o salto. Ethan Schlussler, de Sandpoint, Idaho (EUA), eventualmente se cansou de subir uma escada todo santo dia só para chegar até a sua casa na
árvore, e encontrou uma grande solução. Ethan construiu um elevador propulsado pela pedalada de uma bicicleta antiga para levá-lo até sua casa, que está 30 metros acima do solo!
Originalmente era uma bicicleta com marchas bem velhinha, mas ainda assim a primeira marcha não era lenta o suficiente, então ele cortou a coroa maior da parte dianteira, e soldou junto ao pinhão na parte de trás para obter uma marcha mais baixa ainda.
Uma bicicleta elétrica capaz de atingir os 80 quilômetros por hora

Nos últimos anos, a popularidade da bicicleta aumentou de forma considerável em um amplo setor da população. Barata, rápida e ecológica, muitas pessoas pensam que este veículo será o meio de transporte urbano mais utilizado em um futuro próximo.
O desenvolvimento de sistemas elétricos de apoio à pedalada podem supor um autêntico impulso à implantação deste tipo de bicicletas. Na atualidade, já é possível adquirir este tipo de veículos com uma autonomia mais ajustada e, sobretudo, bastante mais econômicos que os carros elétricos.
Óculos que corrigem as cores para alguns tipos de daltonismo

O escritor David Pogue (que tem daltonismo vermelho-verde) conta para o New York Times que testou estes óculos e que realmente funcionam, ainda que quando olhamos parecem óculos normais e correntes. Mas ao ver o preço, em torno de 600 dólares, a gente logo descobre que há algo de especial com eles. As peças são fabricadas por uma empresa chamada EnChroma com um revestimento dielétrico de muitas camadas de tal modo que corrigem as cores adaptando-se a fisiologia das pessoas daltônicas.
Via | Taxi.
Carro confuso

Jeff Bloch transformou um Chevrolet Camaro em algo ao mesmo tempo confuso e atrativo. A primeira vista a gente pensa que o carro está de cabeça para baixo, mas é completamente funcional. A única coisa que o separa de um carro normal e corrente é que ao capotar voltaria ao normal, ou não... Não sei, é confuso.
O bom é que tem quatro rodas de estepe e que os gatos já não podem se refugiar debaixo dele, senão que passariam diretamente ao assento do acompanhante, onde, como todo bom passageiro que se aprecie, seriam os encarregados de encher o saco, reclamar que estamos correndo demais, pisar no freio imaginário, trocar a música do rádio...
O robô que coleta sangue

Por causa de uma história que presenciei quando era criança, há muitos anos sou doador voluntário de sangue, de duas a três vezes por ano faço a visita ao hemocentro. Mas se tem algo que não me acostumei até hoje é a maldita agulhada, principalmente quando o enfermeiro não acha minha veia. Só de pensar, sinto como se fosse um pesadelo!
Entretanto, esse medo poderia desaparecer se depositarmos nossa confiança no seguinte robô, que é capaz de extrair sangue com grande delicadeza (dizem) depois de encontrar o lugar adequado para enfiar a agulha, graças a seus sensores e seu laser de precisão que busca a veia. No vídeo logo após o sangrento salto podemos ver como o Veebot opera.
TV Fake, um simples elemento de dissuasão contra roubo

Segundo as estatísticas, mais arrombamentos ocorrem em casas desocupadas. A TV Fake, um dispositivo simples que usa luzes LED para dar a impressão de que alguém está assistindo televisão dentro de casa promete manter os assaltantes bem longe.
Mas aí você pergunta, para que comprar isso se dá para apenas manter a TV ligada então. Eu me perguntei a mesma coisa, mas seu criador, Blaine C. Readler, diz que a TV Fake tem inúmeras vantagens: