Publicar muitas fotos no Facebook pode prejudicar as relações na vida real

Publicar muitas fotografias no Facebook pode gerar dificuldades com muitas pessoas na "vida real". Qualquer um com um mínimo de senso comum sabe disso, no entanto o fato é ignorado por muitas pessoas. Agora, uma pesquisa realizada por duas universidades na Inglaterra vem comprovar esta situação.
O problema, segundo o Dr. David Houghton, é que a informação que uma pessoa publica na rede social para que os "amigos" vejam é vista por muita gente que não entra realmente na categoria de amizades, senão simplesmente familiares ou conhecidos, o que em certas situações pode constituir complicações e constrangimento. Uma pessoa em particular não tem controle algum sobre a percepção dos demais com respeito ao que se publica.
Segundo a pesquisa, aquelas pessoas que enviam imagens frequentemente ao Facebook põem em risco sua relação "real" com os demais. E por que? Porque para além dos amigos próximos ou da família, em geral as pessoas tendem a não se dar muito bem com pessoas que constantemente enviam fotos de si mesmas. No estudo também indicam que as campanhas publicitárias onde pedem para as pessoas que publiquem imagens com algum produto também podem resultar prejudiciais para os que decidem participar.
Conquanto seja verdade que alguém possa escolher as pessoas que podem ver determinada publicação, a realidade diz que não são muitas as pessoas que tem esta noção de sensatez ou o conhecimento necessário para realizar esta configuração. É nestes casos quando a opção de bloquear as publicações de certas pessoas resulta bastante útil, sem ter que apagá-los como amigos nem nada pelo estilo.
Via | CBS Local.
Contagem regressiva: Facebook morrerá dentro de três anos

Facebook desaparecerá em apenas três anos, assim como aconteceu com outras redes sociais. Não sou eu quem faz esta afirmação, senão o presidente da Fundação de Software Livre da Europa (FSFE), Karsten Gerloff:
- "Dou mais 3 anos ao Facebook. É uma lei matemática. Aconteceu com o MySpace e voltará a acontecer", assegurou o especialista alemão na feira informática Euskal Encounter, celebrada nesta semana na Espanha.
Gerloff aproveitou a ocasião para criticar os gigantes da Internet, incluindo Google e Microsoft, que nas últimas semanas ficaram no lho do furacão acusados de conceder acesso aos dados de milhões de usuários aos serviços de espionagem americano, segundo documentos da Agência de Segurança Nacional dos EUA vazados por Edward Snowden.
Não leia este post para que siga sendo verdade

O artigo You Won't Finish This Article, fala sobre a leitura de artigos e textos na Internet a partir dos dados coletados por Chartbeat, ferramenta de análise de tráfico web e comportamento das visitas em tempo real. Em verdade é algo que todos os blogueiros sabem e alguns fingimos que não.
Os dados mostram que os leitores não se concentram na leitura de artigos. Quanto mais a gente escreve mais os internautas vão embora:
- E não é só comigo que acontece isso", diz Farhad Manjoo no Slate, - "Não ocorre só aqui. Isso se repete em todos os sites da Internet. Quando as pessoas leem um artigo, dificilmente chegam a ler até o final da página. Muita gente nem sequer chega à metade".
Farhad acredita que o mais desalentador é a relação entre a leitura de um artigo e o compartilhamento, como se segue:
- "Os dados sugerem que muitas pessoas estão tuitando e compartilhando links e artigos que na realidade nem leram direito".
Isto acaba gerando desencontros absurdos em relação ao que uma pessoa escreve e o que o leitor entende. Ademais demonstra a sociedade da distração em que vivemos em que muitas pessoas clicam em botões indicando que gostaram, quando na verdade nem sabem do que se trata.
Dias desses via uma corrente destas cheias de curtidas sobre alguém que tinha morrido por misturar camarão com vitamina C. Comentei ironicamente que camarão a alho e óleo deve ser uma das maiores causas de morte. A maior parte das pessoas continuou sem entender nada.
Curtir: o efeito do elogio na Internet

Todos gostamos de tapinhas nas costas. De fato, a maioria de nossas ações estão encaminhadas a buscar, implícita ou explicitamente, o elogio, o respaldo, o reconhecimento dos demais. Porque, permitam a licença poética, somos mais nós quando nos refletimos nos olhos dos demais, apesar de tudo o que dizem a propósito da individualidade ou o "faço as coisas porque quero fazê-las sem me importar o que os demais digam".
Esta inclinação humana inclusive pode advertir em um sinal tão aparentemente insignificante como um "Curtir" em algum de nossos estados do Facebook. Ao menos é o que sugere Yochai Benkler, um especialista em leis de Harvard, e Helen Nissenbaum, professora da Universidade de Nova Iorque, em seu ensaio de 2005 "Common Wisdom: Peer Production of Educational Materials", cuja tese central é que os estímulos sociais são muito importantes à hora de que a gente aborda atividades de todo tipo.
Ex-CEO do Google acha que o YouTube já superou à televisão

Eric Schmidt, ex-CEO e agora presidente do diretório no Google, manifesta abertamente a confiança que tem sobre YouTube, serviço de vídeos que segundo ele já superou a TV tradicional. Porque além de informar à imprensa que o YouTube acaba de ultrapassar o bilhão de usuários únicos ao mês, Schmidt ainda apontou que YouTube é "o futuro que já está aqui", isto quando foi consultado a respeito de quando o vídeo através da Internet deslocaria a televisão:
- "Isso já aconteceu", disse sem titubear. E para ajudar ainda mais ao desenvolvimento desta plataforma, Schmidt acha que há novas melhorias a realizar à medida que a plataforma vai crescendo e transformando em um serviço fundamental da rede.
Via | Electronista.
Unicef diz que os Likes do Facebook não salvam vidas

O fundo infantil das Nações Unidas Unicef lançou uma campanha para apelar a uma das formas de ativismo mais vistas na Internet: clicar no botão "Curtir" do Facebook. A organização aponta a algo bastante óbvio, só clicar em em botão não ajuda a salvar pessoas, o que se faz necessário é que as pessoas tirem a bunda da cadeira e doem dinheiro.
Google agora reconhece o Estado da Palestina em todos seus produtos

No primeiro de maio, Google introduziu uma mudança sutil, mas bastante polêmico no marco da diplomacia internacional: mudou o nome da edição Palestina de seu buscador em google.ps onde anteriormente líamos "Territórios Palestinos" agora mostra o termo "Palestina" em árabe e em inglês.
O que ocorre é que "Territórios Palestinos" é um termo que costuma ser empregado pela comunidade internacional para evitar se referir diretamente a Palestina, pois conforme Israel, ainda não contam com um estado próprio já que os israelenses continuam avançando e comendo suas fronteiras, enquanto o mundo finge que nada vê.
No entanto, em novembro do ano passado, a ONU outorgou a Palestina o status de estado "observador não membro", algo que conquanto não é um reconhecimento como país soberano, é uma forma implícita que a maioria dos membros da ONU arrumou para respaldar a Palestina como Estado independente.
Em uma entrevista nesta sexta-feira com a BBC, o porta-voz da Google, Nathan Tyler, assegurou que "mudamos o nome de Territórios Palestinos a Palestina em todos nossos produtos. Consultamos uma grande quantidade de fontes e autoridades a respeito de como nomear os países, e neste caso, seguimos os padrões da ONU, ICAAN, ISO e outros organismos internacionais".
A Autoridade Palestina celebrou a decisão da empresa de Mountain View, onde Sabri Saidam, assessor do Presidente Palestino Mahmoud Abbas, afirmou que "é um passo na direção correta e que anima outros a se unir e dar uma definição correta a Palestina em vez de Territórios Palestinos".
Via | BBC.
CERN recupera o primeiro site do mundo em sua URL original

Uma equipe de CERN lançou hoje um projeto para trazer à vida o primeiro site do mundo, com o objetivo de preservar também o hardware e software que associado ao nascimento da World Wide Web. 30 de abril de 1993 marcou o momento em que a REDE passou ao domínio público, já que o CERN -onde Tim Berners Lee desenvolveu a WWW- entregou as tecnologias de forma gratuita para que qualquer um pudesse usá-la. Sem esta decisão, talvez nunca teríamos desfrutado do que temos hoje graças a Internet.
No ano passado já haviam colocado a disposição uma cópia do primeiro site nos servidores da W3C, no entanto agora também recuperaram a URL original. A ideia do CERN é recuperar todo o material utilizado nesse tempo, e converter o info.CERN.ch em um arquivo histórico para que gerações futuras possam ver como era Internet no passado, e como mudou desde então. No processo recuperarão também os computadores NeXT onde Berners-Lee alojou a primeira página.
- "Desde a pesquisa aos negócios e a educação, a web vem ajudando a reformular a maneira que nos comunicamos, trabalhamos, inovamos e vivemos. A Rede é um exemplo poderoso da forma em que a pesquisa básica beneficia à humanidade", disse Rolf Heuer, diretor do CERN.
Google nega solicitação do governo argentino de retirar polêmico videoclipe erótico de Cristina Kirchner

É algo usual e freqüente que diversos tribunais e organismos de governos de todo mundo solicitem ao Google que retirem material do YouTube, Blogger, buscador, ou qualquer outro serviço da companhia por diversos motivos e que não fazem parte necessariamente do slogan "governos malvados censurando seus cidadãos", porque às vezes são incitações ao ódio ou a violência, difamações, descumprimento com a lei eleitoral, etcétera.
Como parte da política de transparência da empresa de Mountain View, eles realizam relatórios públicos onde divulgam, com certas limitações, o número de solicitações que cada governo envia em períodos de seis meses.
Enquanto o relatório de meados do ano passado revelou que o governo que liderou as solicitações para retirar material de Google foi os Estados Unidos com 3.800 itens via ordens judiciais (Brasil em terceiro com 2.220 itens), neste ano o país que realizou mais solicitações foi a Turquia com 8.751 solicitações (Brasil em terceiro com 1.654 itens), onde Google aceitou retirar 62% destas.
Se depender do Google você poderá descansar em paz quando chegar o momento

Se um dia morrer, desaparecer ou simplesmente cansar de usar sua conta do Google, terá a opção de apagar seus dados para sempre. O Google lançou um administrador de contas inativas que permite apagar por completo sua conta, bem como os dados que compartilhou publicamente em diversos serviços como Google+, YouTube, Blogger ou Picasa.
O Google determinará se uma conta está inativa baseando se nas vezes que faz login no site, no uso de Gmail ou os check-ins em Android. O administrador de contas inativas permite determinar quanto tempo deve decorrer para ser considerado inativo (de 3 meses a um ano) e inclusive oferece compartilhar a informação com 10 contatos de confiança, útil em caso de ocorrer algum acidente. Eliminar sua conta afetará todos os produtos que estejam associados a ela.
O administrador de contas inativas encontra-se dentro das opções de sua conta do Google. Ali poderá definir opções como o período de inatividade, cadastrar os contatos de confiança, habilitar um e-mail alternativo e definir se quer que apague sua conta por completo.
Via | Tech Crunch.