Um pequeno grupo de equatorianos é imune ao câncer

De pequena estatura, descendentes de linhagens mistas com antigos conquistadores portugueses e espanhóis, durante gerações afastados da chamada civilização, convertidos ao cristianismo e perseguidos pela Inquisição, alguma compensação deviam ter os habitantes de certas zonas equatorianas. Resulta que são imunes ao câncer.
Um grupo concreto de habitantes de certas zonas rurais do interior do Equador poderiam guardar em seus genes o segredo da imunidade ao câncer. Todos apresentam um tipo de nanismo, em decorrência da síndrome Laron, uma mutação que impede que o corpo use o hormônio do crescimento como corresponde e ao que parece tem um papel determinante no desenvolvimento do câncer, além de impedir também o desenvolvimento da diabetes. E ainda tem mais:
Quanto sal podemos consumir ao dia?

Atualmente os especialistas recomendam não consumir mais de 2,3 gramas de sal ao dia para pessoas saudáveis, e no máximo 1,5 gramas diários se padecemos doença renal, diabetes ou hipertensão. Para fazer o cálculo não há que se ter em conta apenas o sal com o qual temperamos nossas refeições, senão também o sal presente nos alimentos processados e embalados.
Rachel Wagner, nutricionista da Universidade de Cincinnati (EUA) assegura que a maioria das pessoas desconhece as fontes "ocultas" associadas, como os molhos de tomate, os temperos para saladas, o queijo, os cereais e certos condimentos como o molho de soja. Só uma colherada do molho de soja pode conter 1,8 gramas de sal.
Comer carne e pescado fresco, e comprovar que as verduras embaladas ou congeladas não têm sal acrescentado, são dois conselhos dados por Wagner para evitar consumir mais sal do que se considera saudável.
Via | Phisorg.
Gonococo, tão desagradável quanto humano

A gonorreia, para quem ainda não sabe, é uma doença transmitida sexualmente pela criatura da imagem acima, a bactéria Neisseria gonorrhoeae, mais conhecida como gonococo. Esta bactéria, cujos desagradáveis efeitos podem ser visto aos milhares no Google, ganhou verdadeiro protagonismo na última segunda, dia de São Valentim, por causa de uma pesquisa realizada por cientistas estadunidenses da Universidade Northwestern em Evanston, Illinois.
Uma aranha africana sente-se atraída por chulé

Encontraram no Quênia uma aranhas-saltadora "vampira" que se sente atraída pelo cheiro de pés. Trata-se da espécie Evarcha culicivora, especializada em caçar mosquitos que previamente ingeriram sangue de mamíferos. Um de seus alimentos favoritos é a fêmea do mosquito Anopheles, que transmite a malária, o que converte esta aranha do Leste da África em um aliado natural contra uma doença que afeta atualmente 2,9 bilhões de pessoas em todo mundo.
A linguagem e o idioma ajudam a entender a Matemática

A linguagem tem um papel fundamental na aprendizagem do significado dos números, segundo revela um estudo conduzido pela psicóloga Susan Goldin-Meadow, da Universidade de Chicago (EUA) e publicado no último número da revista PNAS.
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Em uma pesquisa realizada com pessoas surdas da Nicarágua que não tinham aprendido a linguagem de sinais "formal", Goldin comprovou que eram incapazes de entender o valor de números maiores que três, devido a que não manejavam uma linguagem com os símbolos necessários para contar. Ao contrário, as pessoas surdas que sabiam a linguagem dos sinais desde a infância podiam aprender e entender o significado de grandes cifras.
A ciência dos beijos

Beijar é toda uma arte, mas também tem sua própria ciência. Chama-se filematologia, e as últimas pesquisas nesta disciplina revelam que trocar saliva nos ajuda a escolher o parceiro mais adequado.
Segundo explicou a neurocientista Wendy Hill durante uma recente reunião da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS), as substâncias químicas contidas na saliva nos ajudam a avaliar uma pessoa para decidir se é a mais acertada. Ademais, beijar reduz os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, e aumenta os níveis de oxitocina, desde que beijemos a pessoa adequada.
Propofol: nova substância de abuso

Antes de que Michael Jackson morresse, no verão de 2009, ainda não havia ocorrido aos dependentes químicos injetar-se com propofol. Nem sequer sabiam que é uma droga ao alcance de todos os bolsos. Desgraçadamente, com a morte do rei do pop, o propofol deixou de ser uma droga de uso sanitário para passar a engrossar a já grande lista de drogas de abuso comuns. Mas... que é o propofol e para que é usado? Veja a resposta depois do remediado salto.
O sexo e a agressividade estão muito interligados no cérebro

O sexo e a violência estão interconectados no cérebro dos ratos. A atividade de um pequeno grupo de neurônios situadas na região do hipotálamo ventromedial (VHM por suas siglas em inglês) do cérebro dos machos determina se ele vai iniciar uma briga ou ter relações sexuais, e há bons motivos para pensar que os seres humanos possuem um circuito similar, segundo sugere um estudo publicado na revista científica Nature.
Em concreto, David Anderson, do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), e seus colegas identificaram que uma parte dos neurônios deste núcleo é ativado só em caso de agressão e outras se ativam só em caso de acasalamento, mas há cerca de 25% deles que se ativam em ambas as situações.
Os jogos já existiam há quatro mil anos

O jogo constituía um elemento central da vida cotidiana de nossos ancestrais há 4 mil anos. Assim revela uma tese de Arqueologia da Universidade de Gotemburgo, Suécia, que pesquisa a importância social deste fenômeno e os jogos que se praticavam em épocas tão remotas como a Idade do Bronze.
Sua autora, Elke Rogersdotter, estudou os artefatos relacionados com o jogo que se encontram nas escavações nas ruínas da antiga cidade de Mohenjo-Daro, no atual Paquistão. Os restos constituem o maior assentamento urbano da Idade do Bronze no vale do Indo, um complexo cultural da mesma época que o antigo Egito e Mesopotâmia.
O estudo de Rogersdotter mostra resultados surpreendentes. Quase 10% dos restos encontrados estão relacionado com o jogo. Incluem, por exemplo, diferentes formas de dados e peças. Ademais, examinou que as descobertas não estavam espalhados por todas partes, senão que tinha padrões repetitivos sobre sua distribuição espacial, o que pode indicar lugares específicos onde nossos antepassados se reuniam para jogar.
- "A quantidade de descibertas relacionados com o jogo e a distribuição estruturada mostra que uma parte importante da vida cotidiana de nossos antepassados de 4 mil anos atrás estava destinada ao jogo", conclui a pesquisadora.
Via | red Orbit.
As surpresas da minúscula pulga d'água

Se você está no interiorzão e é um daqueles que mergulha de cabeça nos lagos e açudes nestes dias de verão infernal, saiba que pode estar engolindo centenas de espécimes de
Daphnia pulex, uma pulga d'água de apenas um olho que se alimenta de algas.
Este animal diminuto há décadas cativa os cientistas por sua capacidade para mudar de forma de vida (sexuada ou assexuada) no fundo dos lagos. Também é conhecida por sua sensibilidade aos compostos químicos tóxicos, o que a converte em uma ferramenta de muita utilidade para que os ecologistas avaliem a saúde do meio ambiente.