Criam vidro metálico mais resistente que o aço

Imagina um cristal mais forte e resistente que o aço? É o que acabam de criar cientistas estadunidenses do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley e do Instituto Tecnológico de Califórnia (Caltech). De fato, nas primeiras provas no laboratório o novo vidro metálico demonstrou ser o material mais duro e resistente conhecido até a data.
Para consegui-lo, os cientistas usaram uma micro liga que inclui paládio, um metal pouco abundante que se caracteriza por sua elevada rigidez e excelentes condição de resistência, que permite confrontar a fragilidade intrínseca dos materiais vítreos. Deste modo, confere ao novo vidro uma capacidade inusual de resistência. Como resultado, o vidro aumenta sua plasticidade ante o estresse, o que permite que se dobre em vez de se partir.
Pesquisa diz que choro de mulher faz o homem brochar

As lágrimas poderiam influir no comportamento sexual do homem, se as lágrimas procedem de uma mulher. Ao menos é o que indica um estudo publicado na revista Science, elaborado pelo Instituto Weizmann de Ciências (Israel) e liderado pelo cientista Shani Gelstein que afirma que as lágrimas transmitem um sinal químico que reduz os níveis de testosterona e excitação sexual dos homens.
Mais perto da vacina universal contra a gripe

"O que não nos mata, nos fortalece". Isso é o que se propuseram a demonstrar alguns pesquisadores da Universidade Emory de Atlanta e da Universidade de Chicago enquanto tratam de descobrir uma vacina universal contra a gripe. Os cientistas descobriram que muitos pacientes que tinham sofrido da gripe H1N1 durante a epidemia de 2009 desenvolveram anticorpos capazes de combater vários tipos deste vírus, o que poderia nos proporcionar uma vacina efetiva contra praticamente todo tipo de gripe.
Por que os adolescentes aprontam tanto?

O cérebro humano sofre mudanças durante a adolescência que suprimem os medos aprendidos na infância, de acordo com um estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS). Isto poderia explicar por que os adolescentes são às vezes tão imprudentes.
Em experiências com ratos, cientistas estadunidenses da Universidade de Cornell, Universidade de Brown e a Escola de Medicina da Universidade de Nova Iorque examinaram a atividade cerebral de roedores de diferentes idades e comprovaram que os ratos adolescentes mostravam menos atividade nas duas áreas do cérebro associadas ao processamento das experiências de medo, a amígdala e o hipocampo.
Não se tratava, portanto, de que os ratos adolescentes não aprendessem a ter medo, senão de que seus cérebros não enviavam os mesmos sinais que os ratos adultos ou filhotes, suprimindo o medo contextual e a atividade neuronal associadas.
A resposta temerária a estas idades poderia ser útil desde o ponto de vista evolutivo, segundo os autores, porque ocorre em um momento em que os adolescentes estão explorando e pondo a prova os limites de sua independência, coisa que não poderiam fazer se estivessem paralisados de medo.
Via | Yahoo Health.
Os efeitos do aquecimento global durarão mais mil anos

O impacto do aumento dos níveis de dióxido de carbono na atmosfera terrestre terá um efeito negativo sobre o clima durante ao menos outros 1000 anos, de acordo com um artigo publicado na revista Nature Geoscience, que anuncia para o ano 3000 o colapso das placas de gelo no oeste da Antártida e um aumento do nível do mar de ao menos quatro metros.
Os autores, Shawn Marshall e seus colegas da Universidade de Calgary, simularam com ajuda de computadores diferentes cenários de evolução climática para averiguar o que aconteceria se deixássemos de usar combustíveis fósseis e não emitíssemos mais CO2 à atmosfera a partir deste momento.
Sua conclusão é que o hemisfério norte não começaria a se recuperar do aquecimento até o final deste milênio, enquanto as zonas austrais demorariam ainda mais tempo em reagir. Assim, é previsível que o contínuo incremento de temperaturas no hemisfério sul provoque para o ano 3000 a desertificação de 30% das terras férteis do norte da África, bem como o desaparecimento das placas de gelo na Antártida ocidental, onde as temperaturas do oceano subirão cinco graus centígrados.
Via | Science Daily.
Por que a música nos provoca prazer?

O intenso prazer que sentimos ao escutar música provoca no cérebro a secreção de dopamina, um neurotransmissor que também é liberado ante prazeres mais concretos associados à alimentação, o sexo, o consumo de drogas ou o dinheiro, segundo um estudo publicado na revista Nature Neuroscience.
Utilizando aparelhos de diagnóstico por imagens, a equipe de Valorie Salimpoor e Robert Zatorre, da Universidade McGill de Montreal, mediu a secreção de dopamina e a atividade cerebral de uma dezena de voluntários ao escutar música instrumental, sem vozes humanas. O escâner mostrou que o cérebro dos participantes liberava mais dopamina -o neurotransmissor do prazer- em uma região chamada núcleo estriado quando os voluntários escutavam suas canções favoritas. Entre as melodias escolhidas pelos participantes destacaram o "Adágio para cordas" de Barber, o segundo movimento da "Nona sinfonia" de Beethoven e o "Au clair de la lune" de Debussy.
Assim mesmo, as análises revelaram que a dopamina é liberada no momento culminante da melodia, quando esta nos faz estremecer literalmente em um arrepio, na mesma região relacionada à euforia produzida pelo consumo de cocaína. Mas ademais, uns segundos antes, produz-se uma descarga de dopamina na área vinculada à antecipação e as predições.
- "Estamos mais próximos de entender por que estímulos abstratos como a música e a arte nos produzem prazer, apesar de que não são necessários para a sobrevivência", afirmam os autores, que asseguram que a música funciona como um amplificador das emoções.
Via | Physorg.
Garota de 10 anos é a pessoa mais jovem a descobrir uma supernova

Kathryn Aurora Gray, uma risonha menina de 10 anos converteu-se em celebridade no mundo da astronomia, depois de descobrir uma supernova localizada na galáxia UGC 3378. A garota fez a descoberta no dia 2 passado, sendo assistida pelos astrônomos fanáticos Paul Gray (seu pai) e David Lane.
O acontecimento foi anunciado pela Real Sociedade Astronômica do Canadá e foi o resultado de várias observações realizadas desde o Observatório Abbey Ridge.
A supernova de nome 2010lt converteu-se na quarta supernova descoberta por David Lane, a sétima de Paul Gray e a primeira da pequena Kathryn.
Kathryn percebeu a existência da supernova depois de revisar em detalhe várias imagens da galáxia UGC 3378, as que tinham sido descobertas anteriormente por seu pai. Este método -o de comparar várias imagens de uma mesma zona do Universo- é amplamente utilizado neste tipo de descobertas.
Uma vez informado da descoberta este foi verificado por vários astrônomos dos Estados Unidos e Canadá.
Via | Times Square Chronicles.
Alguns problemas de saúde de 1911 seguem vigentes em 2011

O primeiro editorial de 2011 da prestigiosa revista The Lancet olha 100 anos atrás e analisa outro editorial publicado pela própria revista, com o título "As promessas de 1911", no qual fica evidente que muitos dos temas médicos relevantes de cem anos atrás seguem hoje vigentes.
O editor da publicação médica em 1911, Squire Sprigge, falava do "demônio da tuberculose", uma doença infecciosa que hoje segue atuante: 2,7 milhões de pessoas morreram no ano passado por causa do bacilo da tuberculose, a maioria na África, e nos últimos anos surgiram variações resistentes aos antibióticos.
O eclipse parcial de 4 de janeiro de 2011 por Thierry Legault
Quando Thierry Legault disse que ia fotografar o eclipse parcial que aconteceu ontem, 4 de janeiro, todos já sabiam que ele ia aprontar mais uma de suas surpresas. Não deu outra: a imagem é absolutamente a-lu-ci-nan-te:
Suponho que não requer muita explicação, mas nela podemos ver a Estação Espacial Internacional a 510 quilômetros de distância do fotógrafo, a Lua a uns 400 mil quilômetros, e o Sol, com algumas tantas manchas solares enfeitando sua superfície, a 150 milhões de quilômetros.
A fotografia foi feita nas proximidades de Muscat, no Sultanato de Omã, às 9:09 UTC, com uma Canon EOS 5D Mark II acoplada a um refrator Takahashi FSQ-106ED, com uma exposição de 1/5.000 de segundo a ISO 100.
O trânsito, que durou 0,86 segundos devido à velocidade de 28 mil quilômetros por hora da ISS, motivo pelo qual tinha que ser extremamente preciso ao fazer a foto. Acho que permanecerei com a boca aberta durante vários dias por culpa desta incrível imagem.
NASA classifica 2012 como o pior filme de ficção da história

Em termos estritamente científicos -e talvez também cinéfilos- 2012 é o filme mais absurdo da história do cinema. É a conclusão à que chegaram especialistas da NASA depois de repassar o gênero da ficção científica buscando os argumentos e roteiros menos afortunados.
Depois das patacoadas cometidas pela agência em 2010, vários membros da Agência Espacial Estadunidense reuniram-se na Califórnia para debater sobre os filmes de ficção científica que mais se aproximam à realidade e também sobre as que têm as tramas mais absurdas. E conquanto encontraram argumentos plausíveis como o do mítico Blade Runner de Ridley Scott ou o do menos conhecido Gattaca, protagonizado por Ethan Hawke, Uma Thurman e Jude Law, a maioria de filmes analisadas desde o ponto de vista estritamente científico não ficaram muito bem na fita, literalmente. Também receberam elogios dos especialistas os clássico Metrópoles e a primeira entrega de Jurassic Park.
