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Oficial: primeiro paciente curado da AIDS

LuisaoCS

Células tronco

Pela primeira vez um homem foi curado da Síndrome de Imunodeficiência Adquirida. Seu nome é Timothy Ray Brown, tem 42 anos e na realidade tinha outra preocupação com sua saúde mais importante que a AIDS, pois também padecia uma leucemia. Graças à medicação de retrovirais, a AIDS para ele se converteu em uma doença crônica, mas os esforços do Hospital Médico Universitário da Caridade em Berlim, onde fazia tratamento, estavam encaminhados livrá-lo do câncer.

Qual não foi a surpresa da equipe médica quando Brown, ao receber um tratamento consistente em um transplante de células tronco... se curou da AIDS.


Quer emagrecer? Imagine que está comendo

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Quer emagrecer? Imagine que está comendo

Um grupo de cientistas da Universidade Carnegie Mellon de Pittsburgh descobriu que ante o desejo de comer chocolate e doces, a ação de se imaginar ingerindo grandes quantidades destes produtos pode ser suficiente para acalmar o apetite, segundo publicado pela revista Science.

Em uma série de experimentos, os pesquisadores comprovaram que se uma pessoa imagina um bombom de chocolate ou uma fatia de queijo e visualiza degustando cada bocado, mastigando e engolindo, normalmente come menos quando, a seguir, lhe oferecem o alimento real.

O efeito é explicado pelo fenômeno da habituação, que faz com que enquanto para a maioria das pessoas a primeira porção de cada alimento é o melhor, à medida que seguimos ingerindo o alimento a cada porção resulta menos atraente que o anterior.

A doutora Carey Morewedge e seus colegas comprovaram que a imaginação pode ser suficiente para que uma pessoa se habitue aos alimentos e, portanto, para que à hora de consumi-los de verdade já não tenham o mesmo interesse. Uma estratégia interessante a ter em conta para aqueles que tentam perder peso.

- "Até certo ponto, a mera imaginação de uma experiência é um substituto da experiência real. A diferença entre imaginar e experimentar pode ser menor do que se supunha", sublinha Joachim Vosgerau, coautor do estudo.


Muita higiene favorece a depressão

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Muita higiene favorece a depressão

Cientistas da Universidade Emory asseguram que a higiene excessiva poderia estar ocasionando o desaparecimento de bactérias que contribuem à resposta anti-inflamatória do cérebro humano que até pouco tempo nos protegia da depressão. Isso poderia explicar por que atualmente a taxa de depressão entre jovens supera a da população madura.

Os pesquisadores, encabeçados pelo neurocientista Charles Raison, estudaram o sistema imunológico da população ocidental e sustentam que a erradicação de nossas antigas relações com microrganismos da terra, da comida e do intestino poderia ser a causa do aumento da depressão em nossa sociedade, segundo publica a revista Archives of General Psychiatry.

- "Sabemos há tempo que as pessoas que sofrem depressão têm maiores níveis de inflamação. Desde milênios microrganismos benignos, apelidados 'velhos amigos', ensinam a nosso sistema imunológico como tolerar micróbios daninhos e, no processo, reduzir as respostas inflamatórias relacionadas ao desenvolvimento da maioria de doenças modernas, desde o câncer até a depressão", explica Raison.

Por isso estão realizando experimentos para ver se a exposição a estes microrganismos poderia ajudar a curar a depressão. Se os resultados forem positivos, a pergunta chave será que medidas deveremos adotar para voltarmos a nos expor a microrganismos ambientais benignos.

Via | Science Daily.


Criam ratos com dois pais graças às células tronco

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Criam ratos com dois pais graças às células tronco

Segundo um estudo e experimento realizado no Texas, a reprodução no qual o material genético feminino não é necessário já é uma realidade. Os cientistas conseguiram ratos machos e fêmeas a partir de dois pais.

Antes de mais nada é necessário dizer que o processo é bastante complexo e como não sou experiente em engenharia genética, me desculpo de antemão para todas as possíveis besteiras que possa escrever para explicá-lo.


O primeiro exoplaneta de carbono?

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O primeiro exoplaneta de carbono?

Sim, confesso que sempre pensei na Terra como um planeta rico em carbono. Toda a vida terrestre se baseia neste elemento, e como bem sabemos a vida na Terra ferve por todos os lados. Mas resulta que na crosta terrestre a quantidade de carbono é bem mais escassa que pensamos.

Por outro lado se pensamos no oxigênio a primeira coisa que vem a mente é atmosfera, certo? Fooommmm!!! Errado novamente, pelo menos em parte. O oxigênio encerrado no silicato das rochas constitui quase 50% da superfície que nossos pés pisam. Por conseguinte, se pensamos em termos geológicos, a Terra é rica em oxigênio mas não em carbono.


A apaixonante vida sexual dos fermentos

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A apaixonante vida sexual dos fermentos

Em uma de suas novelas autobiográficas o naturalista Gerald Durrell conta um divertido episódio de sua infância. Seu professor explicou-lhe que os caracóis são hermafroditas e realizam a cópula simultaneamente com os genitais masculinos e os femininos. Seu irmão, o escritor Lawrence Durrell, ficou muito chateado achando injusto que os humanos só possam desfrutar de um único órgão sexual, enquanto um animalzinho baboso e asqueroso é capaz de conseguir o dobro do deleite.

Se ele tivesse conhecido o costume dos organismos ascomicetos teria tido um treco.


Os humanos não podemos caminhar em linha reta

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Os humanos não podemos caminhar em linha reta

O ser humano é capaz de realizar todo tipo de ações, desde as mais triviais às mais transcendentes, mas incrivelmente não somos capazes de fazer algo tão simples como caminhar em linha reta. Essa, pelo menos, é a conclusão de um estudo realizado no Instituto Max Planck: se caminhamos com os olhos fechados, no meio da noite ou a escuras, isto é, sem nenhum apoio, não poderemos caminhar em linha reta. De uma forma ou outra inclinaremos para um lado ou outro e terminaremos caminhando em círculos.


Aspirina diária reduz risco de câncer

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Aspirina diária reduz risco de câncer

Pesquisadores daUniversidade de Oxford, liderados por Peter Rothwell, demonstraram que tomar uma dose de 75 miligramas da velha aspirina diariamente reduz as taxas de mortalidade de câncer de esôfago, pulmão, estômago, pâncreas, e possivelmente cérebro, em quase um terço. A prevenção é independente do gênero do paciente e se fuma ou não. Mas é necessário que o consumo do medicamento se prolongue durante ao menos cinco anos consecutivos, segundo publica hoje arevista médica britânica The Lancet.

Analisando 25.570 pacientes ao longo de vinte anos, Rothwell e seus colegas chegaram à conclusão de que a aspirina reduz o risco de decesso por câncer em aproximadamente 10% para o câncer de próstata, 30% para o de pulmão, 40% para o câncer colo e de 60% para o do esôfago. Para este último, bem como para o câncer de pulmão, a prevenção é limitada a uma categoria de tumores, chamadosadenocarcinomas.

Estes resultados não querem dizer que todos os adultos devam começar imediatamente a tomar aspirina, senão que demonstram os importantes proveitos contribuídos pelo remédio em baixa dose em termos de redução da mortalidade devida a vários cânceres comuns, o que é muito inovador, segundo os autores do estudo.


Pesquisador japonês cria mini-gerador cinético graças ao galfenol

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Pesquisador japonês cria mini-geradores cinéticos graças ao galfenol

Este estranho e diminuto objeto mostrado na foto e que mede pouco mais que a ponta de um lápis, pode supor uma enorme revolução à hora de fornecer energia a pequenos aparelhos. Trata-se de uma mini-bateria cinética capaz de fornecer 20 vezes a energia que qualquer outro gerador similar.

Toshiyuki Ueno, professor associado daUniversidade Kanazawa, é quem desenvolveu este gerador com uma densidade energética de aproximadamente 22mW/cm3. Pode não parecer muito, mas é suficiente para substituir as caras e chatas baterias de botão.


A oxitocina reforça as lembranças emocionais

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Amor de mãe

As lembranças dos homens sobre o afeto de suas mães durante a infância poderiam ser reforçadas pela oxitocina, popularmente conhecida como o hormônio do amor, segundo um estudo realizado por cientistas doCentro Médico Monte Sinaí em Nova Iorque e a Universidade de Harvard publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).

Os pesquisadores, dirigidos por Jennifer Bartz, analisaram o papel da oxitocina na percepção social administrando o hormônio através de um spray nasal a homens adultos que, antes do estudo, tinham completado questionários sobre a atenção de suas mães durante a infância.


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