Cientistas criam água seca para combater a mudança climática
Uma substância pouco usual conhecida como "água seca" e que parece muito com o açúcar, poderia nos ajudar a criar um novo método de absorção e armazenamento de CO2, o gás de efeito estufa que contribui em maior medida ao aquecimento global, tal e qual os cientistas informaram hoje durante a 240 edição da Convenção Anual da Sociedade Química dos Estados Unidos.
Em palavras dos pesquisadores, o pó mostra também um futuro promissor em um bom número de outras aplicações. Por exemplo, poderia servir como iniciador ou retardador de reações químicas em centenas de produtos de consumo -agindo de um modo mais ecológico e energeticamente eficiente-.
A água seca poderia servir também para transportar e armazenar materiais industriais potencialmente perigosos de forma mais segura.
Via | TG Daily.
Descoberto o sistema solar mais parecido com o nosso

O sistema tem pelo menos cinco planetas e um deles possui uma massa similar à terrestre. O novo sistema planetário tem similitudes com nosso Sistema Solar no referente à quantidade de planetas e as distâncias dos planetas a sua estrela seguem um padrão regular -assim como a lei de Titius-Bode-, algo que também ocorre em nosso Sistema Solar.
O homem que queria viver sem tempo

Perder a noção do tempo não é tarefa muito fácil. Estamos imersos em um mundo de referências temporárias ainda quando pretendemos prescindir de um relógio. O movimento no beco onde moramos, o nível de tráfego, a quantidade e o estereótipo de pedestres que caminham em frente à janela, os ruídos que acontecem ao longo do dia, da noite, e inclusive as próprias horas de luz natural e escuridão. Estamos rodeados de sinais temporários por todos os lados. E no caso imaginário de que os sinais desaparecessem, nosso último recurso à hora de estimar a passagem das horas estaria determinado através de nosso relógio interno, conhecido como ritmo circadiano.
Qual a origem dos cães?

Segundo um estudo publicado pela revista Science, os cães de todo mundo originaram na região leste da Ásia, isto é, na China, Coréia, Japão ou Rússia.
Ao estudar o material genético mitocondrial, que só se herda pela mãe, de ao menos 654 cães domésticos de todas as raças pelo mundo e os restos fósseis de 12 mil anos de antiguidade de um cão encontrados em Israel, os pesquisadores descobriram que a "Eva genética" canina e as variações do seu DNA são muito mais pronunciadas no leste asiático do que no resto do mundo.
Em todos os cães estudados foram encontrados os genes de ao menos cinco lobas, ancestrais dos atuais animais domésticos. A causa da aparência tão diferente entre raças de cães está em sua adaptação, reprodução e cruza desde a Idade Média até os nossos dias
Flora brasileira ganha lista na web

A Lista de Espécies da Flora Brasileira está disponível para acesso pela internet, com informações sobre mais de 40 mil espécies da flora brasileira, divididas em angiospermas, algas, briófitas, pteridófitas, gimnospermas e 3,6 mil fungos.
A lista é resultado do trabalho de cerca de 400 taxonomistas de instituições de pesquisa brasileiras e está inserida nas metas da Convenção sobre a Diversidade Biológica, que compreende, entre seus compromissos, a implementação da Estratégia Global para a Conservação de Plantas (GSPC). A GSPC tem o objetivo de facilitar o consenso e a sinergia nos níveis global, nacional, regional e local para impulsionar o conhecimento e a conservação de plantas.
Cientistas criam um rato a partir de células epiteliais

Duas equipes de cientistas chineses conseguiram um grande avanço em genética criando ratos a partir do desenvolvimento de um novo tipo de células mãe que não interferem no crescimento do embrião.
Estas células, que derivam de células comuns da pele, foram criadas há dois anos a partir de pele humana e depois foram "reprogramadas" geneticamente. Ainda não está claro se podiam agir como um camaleônico de células mãe embrionárias e se transformar em qualquer tipo de célula do corpo humano.
O morcego que engana mariposas com um sussurro

Esta é uma história sobre a velha guerra evolutiva entre morcegos e mariposas. Durante milhões de anos, predador e presa evoluíram para ganhar essa pequena batalha que acontece a cada noite na escuridão e na qual cada um conta com suas particulares armas.
O morcego, mediante sua poderosa ecolocalização, emite pequenos ruídos ultrassônicos que lhe indicam a posição da mariposa permitindo caçá-las. As mariposas, por sua vez, desenvolveram características como um ouvido sensível capaz de detectar os ruídos dos morcegos e reagir para evitar a manobra.
Animais transgênicos que em breve podem fazer parte do cardápio humano

Não faz muito tempo o anúncio da empresa AquaBounty de que estava próxima a autorização para a comercialização de um salmão transgênico de crescimento rápido ocupava capas da mídia mundial. Até agora quando se fala em transgênicos a gente costuma pensar em milho ou soja, mas há toda uma lista de animais procedentes da engenharia genética na fila de espera da permissão para ocupar as prateleiras do seu mercados habitual. Os objetivos em seu desenvolvimento não se resumem somente em desenvolver animais mais produtivos, também mais ecológicos ou mais saudáveis.
Um parasita cerebral de 48 milhões de anos

É quase certo que os fãs de documentários já tenham ouvido falar de parasitas que controlam a mente de suas vítimas (risada macabra). Entre eles, o fungo Ophiocordyceps unilateralis é um dos mais conhecidos e sinistros: suas esporas entram no cérebro da formiga-de-cupim(Camponotus leonardi) e manipulam seu comportamento até convertê-la em uma espécie de zumbi. Uma vez "infectada", a formiga entra em um estado de confusão, dirige-se à parte mais alta da planta e ancora-se com suas mandíbulas antes de morrer e servir de vaso para o parasita.
FLIP, o barco que afunda para se transformar em plataforma de pesquisa marinha

O Laboratório de Física Marinha de San Diego conta com um barco único no mundo. O FLIP (Plataforma de instrumentos flutuante), que consiste em uma plataforma de pesquisa oceanográfica móvel.
O FLIP desloca-se pelo mar como se fosse um barco convencional de quase 110 metros de comprimento. Quando chega a seu destino inunda grande parte do seu casco para rotacionar 90 graus, passando da posição horizontal, necessária à navegação, a uma posição vertical que o transforma em uma plataforma capaz de se manter estável no meio dos oceanos.