Dinossauros estavam condenados muito antes do impacto com o asteróide

Um estudo recente revelo que certas espécies de dinossauros estavam em declive milhões de anos antes de que o meteorito se chocasse contra a Terra e os exterminasse por completo.
Vivemos uma mentira? Os resultados poderiam finalmente pôr fim a um dos debates mais longos da paleontologia, e nos ajudaria a entender de uma vez por todas o que aconteceu nos últimos anos de vida dos dinossauros na Terra.
- "Uma das maiores discussões a respeito da evolução dos dinossauros é se estavam reinando até o momento do impacto de um meteorito, ou se existiu uma diminuição lenta e gradual antes desse tempo", explicou Chris Venditti, da Universidade de Reading, no Reino Unido.
Estudo científico revela por que a voz de Freddie Mercury era inigualável

Um grupo de pesquisadores austríacos, tchecos e suecos examinou o alcance e a forma de cantar do eterno líder do Queen e oficializou o que já era evidente: a especial e sem igual voz de Freddie Mercury.
Escutar Freddie Mercury cantando sempre será um prazer musical. Sua voz não tem outra igual e sua forma de cantar sempre foi admirada por fãs e críticos da música. O Queen chegou ao sucesso em grande parte pela forma em que Mercury interpretava suas canções. Mas o que ele fez para conseguir tal qualidade vocal? Um novo estudo revelou que a voz da banda britânica era a de um barítono que cantava como tenor com um excepcional controle sobre sua técnica de produção de voz levada ao limite.
O objetivo do estudo foi analisar a voz de Mercury e revelar detalhes desconhecidos sobre o que fora qualificado como "uma força da natureza com a velocidade de um furacão". É verdade que Mercury recusou mais de uma vez cantar como barítono em duo com a cantora de ópera Montserrat Caballé, porque ficava preocupado que seus fãs, que o conheciam só como um cantor de rock, não reconhecessem sua voz atuando como barítono.
Os golfinhos têm uma linguagem especial para resolver problemas juntos

Um recente estudo mostra que os golfinhos nariz-de-garrafa "conversam" entre si para facilitar a resolução de um problema, algo que sugere que eles desenvolveram uma linguagem cooperativa.
No experimento os animais receberam um frasco selado com comida no seu interior, que só podia ser aberto ao puxar simultaneamente uma corda de cada lado. Apresentaram este frasco a diferentes casais de golfinhos e só aqueles que trabalharam juntos conseguiram ter acesso a recompensa. Um inteligente casal conseguiu em apenas 30 segundos, em repetidas ocasiões.
Logo os cientistas escutaram as gravações do experimento e descobriram que a equipe de cetáceos que mostrou proficiência tinha empregado uma maior quantidade de vocalizações. Os pesquisadores conseguiram demonstrar que a conversa estava diretamente relacionada com abrir o frasco e não só com a interação social normal dos golfinhos.
O experimento demonstra pela primeira vez que os golfinhos utilizam vocalizações para resolver tarefas de maneira cooperativa; isto sugere que os "apitos" da linguagem destes animais têm diferentes usos e matizes e em geral implicam uma utilização relativamente complexa da linguagem, ao menos capaz de resolver problemas, o que é um dos fundamentos da inteligência.
Um estudo de 2013, realizado por cientistas da Unidade de Pesquisa de Mamíferos da Universidade de St. Andrews, na Escócia, revelou que os golfinhos de nariz-de-garrafa manifestam nomes específicos para seus congêneres mais próximos, que são utilizados para chamar os amigos através de apitos e que cada um tem um silvo diferenciado possibilitando que ele proclame sua identidade e anuncie sua presença, permitindo, dessa forma, aos demais animais reconhecerem-se entre eles a longas distâncias.
Via | NewSci.
A fascinante história do primeiro encontro sexual no planeta

Pode imaginar o primeiro ato sexual no planeta? Talvez imagine um prototípico Adão e uma Eva no Éden, em um ardente abraço carnal debaixo da árvore da vida. Não: o abraço informático e biológico de duas bactérias em uma remota origem.
Assim descreve Jill Neimark o primeiro ato sexual (que ademais, para acender a candura biológica, foi sexo mutante) em um interessante artigo sobre a função evolutiva do sexo:
Ao redor de 2 bilhões de anos atrás, dois procariontes -duas bactérias germinado na sopa primordial da vida- uniram-se no que deve ter sido o ato sexual original. Uma invadiu à outra. Uma comeu, a outra foi comida, e ambas viveram para contar a história. Fundiram-se e com o tempo, criaram algo assombrosamente novo. A invadida -a que foi comida- evoluiu a ser uma pequena, mas poderosa mitocôndria ao longo de poucos milhões de anos. A outra evoluiu a ser um núcleo bem maior.
Esta é a endosimbiose que está na origem da vida dos eucariontes. Não só estamos conformados por 90% de células bacterianas que formam nosso microbioma; as células animais também têm esta origem dual bacterial. As bactérias que agora são as mitocôndrias produzem a energia que permite a explosão da vida complexa neste mundo
As mitocôndrias, que são os motores biológicos, tendem a uma série de mutações erráticas, que no entanto é compensado pela reprodução sexual, que em um princípio não parece ser uma forma eficiente de se reproduzir, mas que permite a mais rápida recuperação nos erros genômicos das mutações. O sexo é um mecanismo de adaptação. O sexo e o amor são certamente duas coisas diferentes, mas compartilham talvez uma remota origem, em um ato, primeiro, e em um desejo, depois, de converter no ser que se deseja, de fazer que dois sejam um.
Via | Nautilus.
Uma descoberta de DNA poderia mudar a história evolutiva do ser humano como a conhecemos

Uma amostra de DNA encontrada em Sima de los Huesos, uma sítio geológico localizado na serra de Atapuerca, no norte de Espanha, foi analisada por pesquisadores que determinaram que se trata do material genético mais antigo desta classe ao que tivemos acesso, pois data de 430.000 anos. A grande árvore genealógica da humanidade e as espécies que a precederam poderia ser modificada a partir deste achado.
Desde 1997 escavaram 28 esqueletos nesta gruta. Seus crânios têm formas similares às apresentadas pelo Neandertal. No entanto, nova evidência encontrada nos fósseis sugere que não se tratava de ancestrais, senão do próprio Neardental.
Isto não só muda a posição do Neardental na linha de tempo, ao enviá-lo 100.000 anos atrás, senão que também deixa claro que o momento em que esta espécie se separou por completo do hominídeo de Denisova ocorreu muito antes do que se pensava.
Os envolvimentos na origem do ser humano são maiúsculas. Significaria que a espécie da qual supostamente descendemos, o Homo heidelbergensis, não seria nosso ancestral, pois toda a árvore evolutiva mudaria sua estrutura.
Um dos detalhes que mais chamou a atenção dos pesquisadores foi o fato de que os fósseis da Sima de los Huesos correspondem à estrutura de um Neardental, enquanto o DNA mitocondrial de ao menos um dos 28 indivíduos seria o de um hominídeo de Denisova. Assim eles propõem a questão em o relatório:
- "Uma pergunta interessante é como estes hominídeos do Pleistoceno Médio estavam relacionados com aqueles que viviam no Pleistoceno tardio, em particular com os Neandertais no oeste da Eurásia e com os hominídeos de Denisova, um grupo relacionado com os Neandertais até agora conhecido só no sul da Sibéria".
Por enquanto, especulam que se trata de uma espécie desconhecida, que estava migrando da África para a Eurásia.
Via | Science Daily.
Você sabe quanto pode diminuir seu QI ao consumir maconha?

Em um ato sobre prevenção de drogas, organizado pela Fundação Casa de Misericordia de Barcelona, na semana passada, a diretora do Instituto Nacional sobre o Abuso de Drogas de Estados Unidos, Nora Volkov centrou-se em mostrar os danos neurológicos que a cannabis provoca nos jovens e adolescentes e destacou a plasticidade do cérebro, que vai se formando até os 25 anos aproximadamente.
Segundo esta especialista, os fatores de risco para danificar as conexões neuronais dependem da regularidade no consumo e na idade que comece o consumo. Em sua opinião, o risco dispara em menores de 15 anos.
A coincidência destes fatores (consumo e idade precoce) aumenta exponencialmente a possibilidade de padecer de doenças mentais como a esquizofrenia ou diferentes tipos de psicose. Ademais, segundo advertiu Nora, o consumo regular de maconha entre os mais jovens pode diminuir em até oito pontos seu quociente intelectual.
Ao longo de nossa vida o coração para realmente durante 10 anos?
Com frequência dizemos, em frente a uma surpresa agradável ou desagradável, ou um susto, que nosso coração parou. Esta metáfora adquire outro significado se levarmos em conta que, ao longo de uma vida normal, um coração efetivamente para a cada certo tempo durante o lapso de um segundo. Tanto é que, se somarmos todas essas paradas, durante uma vida ele terá descontinuado entre 10 e 11 anos.
Os ventrículos cardíacos contraem, relaxam e descansam durante estes breves espaços de tempo. Ocorre tantas vezes quanto bate o coração.
Outra coisa são as batidas cardíacas ectópicas, que são batidas extras ou intermitentes, que podem ser causadas ou agravadas pelo tabagismo, o consumo de álcool, a cafeína, medicamentos estimulantes e algumas drogas ilícitas.
A cada minuto de cada dia do ano de nossas vidas, o coração bate entre 60 e 100 vezes. É o músculo que mais trabalha no corpo humano, e também o único que nunca sofre dores musculares. É o único órgão que não padece de câncer. A cada dia gera uma energia suficiente para mover um caminhão durante 32 quilômetros. Com cada contração envia 70 milímetros de sangue. Ao dia, faz circular 7.000 litros em 100.000 batidas a uma velocidade de 2 quilômetros por hora. É mole?
Estudo revela que crer na ciência proporciona mais felicidade do que a religião

Existe um ancestral, controverso e prolongado debate em torno da superioridade entre ciência e religião. Uma concepção geral é que as pessoas religiosas tendem a ser mais felizes e satisfeitas, em razão da sensação de certeza e sentido que produzem os dogmas, mas um novo estudo sugere que em realidade aqueles que crêem no desenvolvimento científico e tecnológico seriam bem mais felizes que as pessoas de pura fé.
De acordo com uma interessante pesquisa, publicada na mais recente edição do jornal Personality and Individual Differences, o ato de crer firmemente no progresso científico e tecnológico pode gerar três vezes mais satisfação e felicidade do que a conseguida por pessoas religiosas.
Para chegar a esta conclusão realizaram um extenso estudo onde os pesquisadores partiram de uma amostra representativa de 1.500 voluntários holandeses, para fazer uma profunda análise sobre como a crença no progresso científico e tecnológico afetava a satisfação de vida destas pessoas.
Dez gramas de nozes ao dia podem alongar sua vida

A saúde cardiovascular de todos os grupos étnicos, tanto em homens como em mulheres, melhora ostensivamente se consomem diariamente amendoins ou nozes em estado cru (não fritos nem salgados). Concretamente, no caso dos estadounidenses, observou-se 21% menos risco de mortalidade total e de doença cardíaca com respeito àqueles que não consumiam nozes ou amendoins diariamente. Entre a população asiática, o risco reduziu 17%.
São as conclusões de um estudo da Escola de Medicina da Universidade de Vanderbilt em Nashville , nos EUA, e publicado na revista JAMA Internal Medicine. Seus efeitos positivos devem-se fundamentalmente a seus altos níveis de ácidos graxos Omega-3.
O estudo foi realizado com 71.764 americanos residentes no sul do país, e com rendimentos baixos e um grupo de 134.265 asiáticos residentes em Xangai. Segundo apontam os autores do estudo:
Nosso sol é capaz de produzir uma labareda apocalíptica, segundo cientistas

Em 2012, analisando dados do Observatório Kepler, um grupo de cientistas notou que algumas estrelas têm a capacidade de produzir um lampejo (superflare em inglês) de enormes proporções, que em alguns casos poderia destruir a vida em planetas limítrofe -se é que tivesse vida-.
Após essa descoberta, os pesquisadores deram-se à tarefa de averiguar se nosso sol tem uma capacidade similar. Uma explosão solar como as que foram observadas suporia uma energia 10 mil vezes mais poderosa do que a registrada na Terra com o evento Carrington em 1859, que perturbou o sistema telegráfico do planeta e que, se ocorrer em nossa época, afetaria seriamente todo o nosso sistema eletrônico e de comunicação.
Segundo cientistas da Universidade Arhaus, nosso sol sim tem uma capacidade de produzir este superflare, resultado de atividade magnética, ainda que já que não tem um campo magnético tão grande quanto o de alguns dos astros explosivos que foram observados, uma labareda em escala apocalíptica seria rara, ainda que possível.
Segundo os pesquisadores um lampejo pequeno ocorreu no ano 775 a.C., de acordo com evidência de anéis de árvores no Japão. Este evento teria sido entre 10 e 100 vezes mais poderoso que qualquer evento sucedido na idade espacial, e seria um importante risco para nossa tecnologia. Para que ocorra algo assim é necessário que uma mancha solar -uma zona de atividade magnética no Sol- ocupe mais de 30% do raio total da estrela.
Pelo momento, não pode ser determinado se acontecerá um evento solar tão poderoso quanto esse, mas talvez se conseguimos viver no planeta centenas de milhares ou até milhões de anos -talvez tendo que fazer um "reboot" de nossa civilização para preservar a Terra- seria muito provável viver situações deste tipo.
Via | Science Daily.