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Este vídeo pode te ajudar a transformar o estresse e a ansiedade em uma vantagem

LuisaoCS

O estresse e a ansiedade são dois problemas de saúde que cada vez mais pessoas sofrem, devido ao frenético estilo de vida que impera na atualidade. As causas podem ser variadas: o excesso de trabalho, a conciliação familiar, as relações sociais, as dificuldades econômicas, etc. Um monte de motivos que podem fazer com que nosso corpo reaja de uma maneira que as coisas fujam de nosso controle e derivem em problemas mais graves.

Muitas vezes sofremos os sintomas, mas poucas vezes damos a importância suficiente para tomar alguma medida a respeito. E isso é algo que deveria ser feito com urgência, pois as consequências podem ser leves ou graves.

Aumentos do ritmo cardíaco, dificuldade para respirar, tremores ou suores frios ante situações cotidianas são indicadores inequívocos de que sofremos de estresse ou ansiedade. Até agora, consideramos como algo muito negativo. Mas a psicóloga Kelly McGonigal tem um ponto de vista que é, quando menos, revolucionário. Sua ideia é transformar estes problemas em nossos aliados.

Ainda que esta premissa possa parecer chocante, está muito bem argumentada em sua palestra TED, e que vale a pena ver ainda que pensemos que não sofremos de nenhum destes problemas, já que nunca se sabe quando podem aparecer.

A palestra é muito interessante, mas lembre-se que se você padece de algum destes problemas e isso está impedindo de que leve uma vida normal, o melhor é que você se consulte com um especialista qualificado.


Onda de choque de uma supernova é observada pela primeira vez na história

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A onda de choque gerada pelo colapso do núcleo de uma supernova foi observada pela primeira na história da astronomia por parte de uma equipe de astrônomos que capturou os primeiros minutos da explosão de duas estrelas, tal e qual podemos ver no vídeo que encabeça esta entrada. A supernova é uma supergigante vermelha com um raio rádio 270 vezes maior que o do Sol e está situada a 750 milhões de anos luz de distância.

Segundo palavras de Brad Tucker, um dos pesquisadores:

- "É como a onda de choque de uma bomba nuclear, só que bem maior e sem que ninguém saia ferido".

A explosão de uma supernova costuma ser mais brilhante que o resto de sua galaxia e sua luminosidade pode durar várias semanas. Ao colapsar o núcleo de uma supernova para formar uma estrela de neutrons, a energia rebate no núcleo como uma onda de choque que viaja a uma velocidade de 30.000 a 40.000 quilômetros por segundo.


A estranha correlação entre a lua cheia e o sono

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A estranha correlação entre a lua cheia e o sono

Existe o mito de que se dormimos banhados pela luz da lua então nos comportaremos de forma anômala. Daí procede também a palavra "lunático". E para comprovar até que ponto existia uma correlação entre ambos fenômenos, em 2013, um neurocientista da Universidade da Basileia, chamado Christian Cajochen, analisou os dados de diversos experimentos feitos até então no laboratório do sono de sua universidade.

Diversos voluntários foram ligados a um aparelho de eletroencefalograma que controlava o sono durante toda a noite. Fixando-se na data da cada sessão em relação ao ciclo lunar, ele contrastou esta informação com os padrões de sono dos voluntários e chegou a uma conclusão inesperada.

Os voluntários que se encontravam mais ou menos no período da lua cheia, dormiam em média vinte minutos menos, demoravam cinco minutos a mais para pegar no sono e tinham 30% menos de sono profundo ao longo da noite.

Qual poderia ser a explicação de um efeito tão pouco habitual? Os padrões não guardavam nenhuma relação com o ciclo menstrual no caso das mulheres, e nenhum participante podia ver a lua durante a noite. Christian inclinou-se por uma hipótese evolutiva, segundo a qual os padrões de sono mais leve no momento da lua cheia poderiam ter ajudado nossos ancestrais a resguardarem se dos predadores que podiam ver melhor à luz da lua.

Uma hipótese muito aventurada? Uma correlação espúria ou escassamente significativa? Talvez terá que continuar pesquisando.

Via | NewSci.


A ciência explica porque as mulheres precisam dormir mais do que os homens e a razão é surpreendente

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A ciência explica porque as mulheres precisam dormir mais do que os homens e a razão é surpreendente

Quem deve se levantar a cuidar das crianças no meio da noite? A verdade é que esta tarefa é dividida com certa paridade entre os casais de hoje em dia, no entanto e segundo a ciência, talvez devessem ser os homens a ceder parte de seu descanso em benefício de sua mulher.

Tal e qual expõe em seu estudo o professor Jim Horne, diretor do centro de pesquisa sobre o sono da Universidade de Loughborough, Inglaterra, as mulheres precisam dormir mais horas do que os homens.

A razão, é simples. Como as mulheres possuem um cérebro mais complexo e com maior atividade, sua mente precisa mais de horas de descanso.


O que fazem estes bebês pendurados como Tarzã?

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O que fazem estes bebês pendurados como Tarzã?

Não se alarmem, as duas criaturinhas, Jimmy e Johnny, não sofreram nenhum dano e supomos que tiveram uma vida feliz. O vídeo mostra uma série de demonstrações realizadas na década de 1930 para comprovar diferentes habilidades inatas dos bebês. O que vemos na gif é o chamado "Reflexo de preensão palmar", algo que todas as crianças têm em seus primeiros meses de idade e o motivo pelo qual quando notam um contato na mão seguram com força para não cair.

O caso dos bebês é um dos muitos exemplos mostrados pelo canal Vox para mostrar algumas impressões deixadas pela evolução em nossos próprios corpos. No vídeo mencionam alguns vestígios conhecidos, como o osso cóccix (que são os restos de nosso antigo rabo) e outros nem tanto, como o músculo Palmaris longus, que já não existe em 14% da população. Este músculo já não nos serve para nada -é o primeiro os cirurgiões tiram para reconstruir outras partes do corpo- e para nossos irmãos primatas segue sendo importante. Faça a prova: se ao juntar polegar e mindinho, você vê um tendão, então é um do possuidores deste músculo vestigial.


A estreita conexão entre a dor física e emocional

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A estreita conexão entre dor física e emocional

As pesquisas de Naomi Eisenberger, psicóloga na Universidade da Califórnia, mostraram que há um gene (OPRM1) cuja mutação modifica a recepção dos opioides, isto é, que nos torna mais propensos à depressão.

Naomi desenhou um experimento com voluntários que tomavam parte em um jogo de computador chamado Cyberball, enquanto examinava seus cérebros com uma equipamento de ressonância magnética.

Tal e qual explica a pesquisadora:


Criam um antiviral que poderia eliminar completamente o HIV das células infectadas

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Criam um antiviral que poderia eliminar completamente o HIV das células infectadas

Com 37 milhões de pessoas infectadas com HIV e mais de dois milhões de novas infecções a cada ano, o vírus da AIDS continua sendo um problema de saúde mundial. Apesar dos enormes avanços feitos quanto a seu tratamento, uma cura completa da doença ainda não é possível. De fato, hoje em dia a propagação do vírus no organismo pode ser mantida sob controle, mas não o provírus, isto é, o DNA do vírus que permanece presente às células do paciente.

Uma equipe de cientistas do departamento de estratégias antivirais do Instituto Heinrich Pette e da Faculdade de Medicina da Universidade Técnica de Dresden, Alemanha, desenvolveu uma enzima capaz de extrair com precisão, em mais de 90% dos casos, o provírus da maioria do HIV alojado nos seres humanos.


Vídeo da NASA diz que é possível viajar até Marte em poucos dias

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Desde que a NASA anunciou seus planos de enviar uma missão tripulada a Marte em 2030 e que "Perdido em Marte" fez grande sucesso, o planeta vermelho voltou a ter grande importância no nosso imaginário coletivo. Agora, graças a um vídeo lançado pela NASA, podemos adicionar um pouco de calor para a febre com a ideia de que poderíamos chegar ao planeta em apenas alguns dias (ou horas).

- "Há avanços recentes que fazem com que esta ficção científica seja uma realidade para a ciência", disse o cientista Philip Lubin no vídeo, intitulado "Going Interstellar". - "Não há razão conhecida de por que não possamos fazer isso."

Comecemos por esclarecer que Lubin não é nenhum maluco gritando suas ideias tresloucadas em vídeos conpiracionistas no Youtube. Ele é um professor de física que trabalha na Universidade da Califórnia, no Grupo Experimental de Cosmologia, de Santa Bárbara. No ano passado, ele e sua equipe foram premiados com uma bolsa de prova-de-conceito da NASA para investigar o uso de propulsão fotônica para abastecer naves interplanetárias.


Uma curiosa desordem mental levou este homem a assegurar que seu gato era um espião

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Uma curiosa desordem mental levou este homem a assegurar que seu gato era um espião

A mente humana é um labirinto de resquícios que por sua vez são, em potencial, um outro labirinto, e assim sucessivamente. E como parte desta particularidade dinâmica existem centenas de desordens mentais, desde as mais previsíveis até as mais improváveis. Um exemplo é a síndrome de Capgras, que em poucas palavras faz com que a pessoa suponha que algum ou vários de seus seres queridos foram suplantados por impostores e conspiram contra ela.

Um estudo publicado na revista científica Neurocase, documenta o caso de um homem que levou esta desordem a um nível peculiar: ficou obcecado com a ideia de que seu querido gato tinha sido substituído por um gato impostor, obra do FBI, e agora exercia meticulosos trabalhos de espionagem em sua casa.


Os seres humanos e neandertais cruzaram mais cedo do que se pensava

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Os seres humanos e neandertais cruzaram mais cedo do que se pensava

De acordo com novos dados do Instituto Max Planck de Antropologia Evolucionária, os neandertais e os humanos modernos cruzaram muito antes do que se pensava anteriormente.

- "Nós agora encontramos evidências de uma contribuição humana moderna no genoma Neanderthal. Este é provavelmente o resultado de cruzamentos que aconteceram muito mais cedo", diz o co-autor do estudo Sergi Castellano.

Várias técnicas de análise de DNA sugerem que começamos a nos miscigenar com nossos parentes já extintos há cerca de 100.000 anos. Pesquisadores pensavam que as duas espécies se encontraram pela primeira vez quando os humanos modernos deixaram a África, cerca de 65.000 anos atrás.


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