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O que podemos aprender de como os cães pastores controlam as ovelhas

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O que podemos aprender de como os cães pastores controlam as ovelhas

O comportamento dos cães pastores sempre deixou os matemáticos tão espantados que trataram de reduzir seus movimentos a alguns quantos algoritmos úteis. Em cada campina e pradaria do mundo, um rebanho de ovelhas desordenadas e rebeldes é guiado por um latido cego que sabe se fazer obedecer, mas como isso é feito exatamente?

Um cão de pastoreio parece ir por trás do rebanho latindo a torto e a direito, por um lado e pelo outro. Quando esse modelo se translada a instruções de computador, funciona bem se o rebanho for mantido com menos de 40 indivíduos; para além disto, as ovelhas virtuais formam subgrupos e deixam de obedecer o cão pastor. Mas na vida real, os cães pastores podem mover mais de 80 animais.

Um grupo de pesquisadores britânicos e suecos liderados por Andrew J. King decidiu, em vez de transportar preconceitos teóricos a modelos matemáticos, observar o movimento real dos cães pastores, em um novo estudo.


Encontram mulher sem nenhum cerebelo

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Encontram a mulher sem cerebelo

É comum que o dano do cerebelo não cause paralisia, mas sim problemas para manter o equilíbrio, executar movimentos finos, coordenação e aprendizagem motora. Estes efeitos estão documentados desde o século XVIII e a partir do século XIX começaram a estudar ativamente o fenômeno. Hoje, em pleno século XXI, descobriram uma mulher que não tem o cerebelo, a parte do cérebro dedicada a integrar as vias sensitivas e as motoras.

Para entender porque isto é tão impressionante há dois dados a realçar: (a) o cerebelo tem aproximadamente 10% do volume total do cérebro e contém mais da metade de todos os neurônios do mesmo. O segundo é que só são conhecidos 9 casos na história de pessoas que viveram sem cerebelo e os oito anteriores só foram descobertos após a morte do paciente.


O cheiro de sândalo pode ajudar a curar feridas, segundo estudo

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O cheiro de sândalo pode judar a curar feridas, segundo estudo

Ao que parece, o nariz não é o único lugar onde ocorrem receptores olfativos. Um estudo recente descobriu que as células de nossa pele também têm essa espécie de receptor, e quando eles são expostos ao sândalo (Santalum album), as mudanças resultantes facilitam a cura de feridas.

A pesquisa foi realizada pelo Dr. Hans Hatt da Ruhr-Universität Bochum, na Alemanha, e não foi fácil convencer a seus colegas cientistas de que, efetivamente, nossa pele "cheira e cura" a partir da madeira de sândalo. Mas enquanto as pessoas com frequência pensam que os receptores olfativos só têm a ver com o cheiro, a realidade é diferente.


Stephen Hawking: “O bóson de Higgs poderia destruir o universo”

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Stephen Hawking: “O bosón de Higgs poderia destruir o universo”

O bóson de Higgs, descoberto como um dos principais fatores para explicar a função da massa no mundo físico, tem potencial para destruir o universo, afirma Stephen Hawking. Ao apresentar sua ideia no prefácio de seu novo livro, "Starmus", Stephen Hawking alerta que níveis muito altos de energia, o bóson de Higgs poderia causar o colapso instantâneo do espaço e do tempo, alertou o célebre ex-professor de matemática da Universidade de Cambridge.

Para Hawking, este é o problema do bóson de Higgs:

- "O bóson de Higgs tem uma característica muito preocupante, pois pode se tornar instável ao ponto de formar 100bn gigaeletrovolts de energia. Isso poderia causar um colapso do universo de maneira catastrófica".

Apesar das da pouca probabilidade, o resultado "poderia se expandir através do vácuo do espaço com a velocidade da luz, e seria capaz de acontecer a qualquer momento, sem que tivéssemos a possibilidade sequer de prever", afirma Hawking.

Entretanto, o próprio físico afirma que a chance disso realmente vir a acontecer é muito remoto:

- "Caso a partícula chegue a tal nível de energia, ela irá se tornar maior do que a própria Terra em si, e isso é improvável se pensarmos na nossa atual situação".

Via | Daily Mail.


Segundo cientistas, muçarela é o melhor queijo para fazer uma pizza

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Segundo cientistas, muçarela é melhor queijo para fazer uma pizza

No boletim de agosto do Journal of Food Science foi publicado um estudo no qual cientistas da Nova Zelândia analisaram parâmetros em diferentes queijos para determinar a melhor opção destes derivados lacticínios para seu uso no que é provavelmente a preparação culinária italiano mais popular no mundo.

"Quantificação de propriedades para assar pizza de diferentes queijos e sua correlação com a funcionalidade do queijo" é o nome do estudo que serviu para encontrar o melhor queijo para pizza.


Neurocientistas descobrem diferença entre a memória e a imaginação

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Neurocientistas descobrem diferença entre a memória e a imaginação

Sendo as duas funções mais elevadas da mente, a memória e a imaginação têm uma estreita relação no pensamento humano. Muitas vezes estas duas faculdades confundiram-se, não sem razões: muitos acharam que a imaginação é só outro aspecto da memória. Neste sentido, um estudo realizado com pessoas amnésicas mostrou que sua capacidade de realizar um exercício de imaginar em uma série de situações e lugares se viu comprometida, o que resulta lógico já que, sem memória, não temos a matéria prima, a coisa mental para completar um cenário imaginário.

Por outro lado comenta-se, com certa ironia, que em realidade a memória é uma forma de imaginação, já que ao recordar recriamos o que vivemos, às vezes, até ao ponto de armazenar lembranças completamente falsas. Certamente, cada vez que levamos à mente uma lembrança, que imaginamos, criamos outra, inclusive ao nível da fiação sináptica. Ao processar informação e armazená-la, sempre intervém a observação que altera o observado.


Isto é o que acontece em seu cérebro quando escuta sua canção favorita

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Isto é o que acontece em seu cérebro quando escuta sua canção favorita

Pesquisadores do Centro Médico Wake Forest Baptist (EUA) acabam de publicar um estudo na Scientific Reports, uma das revistas do editorial Nature, onde desfiam a intimidade do cérebro quando escutamos canções que gostamos particularmente.

Até agora sabíamos que são desencadeados pensamentos e lembranças, como se comessemos as migalhas das notas de Proust, mas agora podemos descobrir como se produz exatamente este processo a fim de explicar por que, independente da pessoa e a peça musical escutada -sempre que seja especial-, as pessoas descrevem pensamentos e lembranças similares.

Segundo Jonathan Burdette, um dos principais pesquisadores do estudo, a rede neuronal por padrão (Default Mode Network ou DMN, em inglês) conecta-se mais quando escutamos nossa música preferida:

- "Ainda que não tenhamos entendido completamente o que faz a DMN, é provável que tenha um papel importante na determinação de quem somos e como encaixamos no mundo."

A música que gostamos altera a conectividade entre as áreas cerebrais auditivas e o hipocampo:

- "Isto se deve provavelmente porque ao escutar nossa música favorita, não estamos criando novas lembranças. NA verdade, estamos aproveitando lembranças e velhas emoções."


Choques elétricos controlados no cérebro melhoram a memória

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Choques de elétricos controlados no cérebro melhoram a memória

Enquanto existem métodos antiquados para fortalecer a criatividade e outros para esquecer canções, uma nova técnica que envolve o uso de correntes elétricas aplicada em um área em particular do cérebro, ocasiona uma notável melhora na memória do paciente.

Um estudo da Universidade do Noroeste, em Illinois, afirma que é possível estimular as regiões que interagem com o hipocampo para coordenar o funcionamento cooperativo da rede interconectada, mediante um procedimento específico da simulação magnética transcraniana, melhor conhecida como TMS.


A ciência sugere que há um singular traço de personalidade para o sucesso na vida

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A ciência sugere que há um singular traço de personalidade para o sucesso na vida

Em termos de sucesso profissional e pessoal, certas pesquisas apontam a um caráter humano que supostamente é o mais recomendável de todos: a conscienciosidade. Em inglês, de fato, o substantivo é conscientiousness, que seria como um estado mental que existe em si próprio; definido basicamente como ser eficiente, organizado, limpo e sistemático.

- "Ser consciencioso é o estado de ser meticuloso, cuidadoso ou vigilante; implica um desejo de fazer as tarefas bem feitas", aponta o psicólogo Erik Barker. - "Ser consciencioso é também um dos cinco traços do modelo de cinco fatores de personalidade. Inclui elementos como a autodisciplina, o cuidado, a deliberação (o ato de pensar cuidadosamente antes de agir), e a necessidade de realização.


Os dois gumes da herança: os medos podem ser transmitidos via memória biológica

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Os dois gumes da herança: os medos podem ser transmitidos via memória biológica

O legado cultural que recebemos é uma clara arma de dois gumes. Por um lado aí encontramos boa parte do que iremos experimentando com a construção de nossas próprias estruturas. Por outro, detona tendências de ação e pensamento que podem terminar erigindo algumas das maiores prisões ao redor de nosso caminho individual, desenvolvimento pessoal e autonomia de pensamento.

Mas essa herança cultural não é a única que recebemos, já que nossa informação genética também está impressa com múltiplas premissas e conquanto aqui entranha, precisamente, boa parte das ferramentas evolutivas que temos a nossa disposição, também contém unidades de dados pouco desejáveis, por exemplo, traumas ou medos que foram registrados de forma estigmática em nossos antepassados.


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