Transfusões de sangue jovem poderiam ser a fonte da eterna juventude

Finalmente, a então vituperada ideia do russo vampiro Alexander Bogdanov, que achava que um sangue mais jovem podia rejuvenescer, está sendo provada pela ciência. Bogdanov se matou na tentativa de provar isto, mas os ratos que estão sendo analisados por pesquisadores não só seguem vivos, senão que estão mais radiantes do que nunca. Dois diferentes grupos de cientistas anunciaram que transfusões de sangue de indivíduos jovens fazem com que indivíduos mais velhos rejuvenesçam.
Já em 1950, experimentos na Cornell University tinham descoberto que, após unir dois ratos mediante seus vasos sanguíneos em um procedimento chamado parabiose, os ratos com mais idade claramente rejuvenesceram graças ao plasma do rato mais jovem. Mas não souberam explicar o por quê. Agora, os estudos recentes descobriam que a um nível cognitivo, a administração sistemática de plasma de sangue jovem a um rato mais velho melhorou problemas cognitivos relacionados com a idade, tanto em o condicionamento de medo contextual como entendimento e memória espacial.
Transplantes de corações de porcos modificados geneticamente

Segundo apresentado na Associação Americana para a Cirurgia Torácica em sua convenção de Toronto, um coração de porco foi enxertado com sucesso em um babuíno há mais de um ano e ainda segue funcionando. O seguinte: transplantar corações de porco geneticamente modificados aos seres humanos.
Até a data, os testes de transplantes de coração suíno em primatas só foram bem sucedido durante um máximo de seis meses antes de acontecer a rejeição.
A importância da flora intestinal na perda de peso

Uma dieta baixa em calorias a base de vegetais e exercício, é a solução clássica para emagrecer. Mas cientistas chineses estudam a influência da flora intestinal no peso das pessoas.
A teoria destes cientistas chineses, já provada em ratos de laboratório, é que se a flora intestinal de um indivíduo muda o resultado é mais efetivo que qualquer das dietas clássicas.
Segundo este grupo de cientistas, aquelas pessoas com níveis altos de alguns tipos de bactérias, como as enterobacterias produtoras de toxinas, sofrem um retardo à hora de que seu cérebro receba o sinal de saciedade e por isso podem chegar a comer duas ou 3 vezes mais do que as demais pessoas.
Se o causador de que uma pessoa não se sinta saciadas for uma toxina que causa uma resistência à insulina, a solução pode passar por mudar o tipo de bactéria que habita no intestino.
Os ensaios com pessoas acabam de começar. Os voluntários são alimentados com suplementos que promovem o crescimento de certos tipos de bactérias e a sua vez reduzem o de outras. Mas a comunidade científica segue alimentando expectativas em relação aos resultados e por enquanto recomenda reduzir as calorias e fazer exercício.
Via | BBC.
Descobrem um novo e poderoso tratamento contra a depressão

Uma equipe de pesquisadores da Universidade do Texas Southwestern Medical Center, nos EUA, afirmou ter feito uma importante descoberta no campo da busca de novas formas de tratar a depressão. O achado não é nem mais nem menos que um mecanismo importantíssimo pelo qual a grelina, um hormônio natural antidepressivo -que atua tanto sobre o estresse quanto o apetite-, trabalha dentro do cérebro.
Para chegar a esta descoberta, os pesquisadores analisaram este hormônio em ratos de laboratório. Apesar de que a grelina seja mais conhecida como o "hormônio da fome", por sua capacidade para desperta o apetite, os especialistas descobriram que este hormônio também tinha propriedades antidepressivas naturais que se manifestavam ao aumentar os níveis do hormônio, basicamente depois de uma prolongada tensão psicológica ou uma restrição calórica.
NASA descobre um planeta muito similar à Terra que poderia albergar vida

Há muitos planetas no Universo, mas poucos com propriedades similares às que temos na Terra. Tal é o caso da última descoberta do telescópio espacial Kepler, que topou com um corpo que é muito parecido a nosso planeta, só 10% maior e que também se encontra na "zona habitável" ao redor de sua estrela.
Batizado pela NASA como Kepler-186f, o planeta está a 500 anos luz de distância e faz uma órbita completa na sua estrela em 130 dias em vez dos 365 dias que a Terra demora. Ademais, o Kepler-186f gira ao redor de uma anã vermelha e recebe um terço a menos de luz que nosso planeta, tornando o teoricamente capaz de manter água em estado líquido e portanto, vida.
Para confirmar isso, falta explorar a composição da atmosfera que tem o corpo, o que ademais dará indícios de qual é sua temperatura e se esta se encontra dentro das mesmas faixas que a Terra, tarefa que ficará a cargo do telescópio James Webb Space Telescope que será lançado no espaço em 2018.
Via | Engadget.
O esperma pode passar sintomas de traumas através de gerações

Diferentes pesquisadores esforçaram-se durante muito tempo para identificar genes que ajudem a explicar por que o câncer e as doenças do coração ameaçam frequentemente certas famílias. No entanto, ainda não está bem claro se a genética também pode ajudar a explicar por que os filhos e netos de pessoas que sobreviveram a eventos traumáticos têm mais probabilidades de experimentar doenças mentais que o restante das pessoas.
Um grupo de pesquisadores europeus descobriram recentemente que os traumas durante a vida precoce podem alterar um mecanismo não genético que governa a expressão dos genes nas células espermáticas de ratos adultos, e pensam que esta é a razão que explicaria por que os filhotes destes ratos mostram os mesmos comportamentos depressivos dos pais.
As pessoas que experimentam traumas infantis, como abusos sexuais ou cenários de guerra, frequentemente experimentam desequilíbrios hormonais. Os mecanismos que causam isto ainda não foram decifrados, mas os cientistas coincidem em que a expressão genética é afetada. No entanto, que estas mudanças possam ser herdadas é uma ideia polêmica, pois implicaria que traços que não estão codificados no DNA passariam às seguintes gerações.
Asseguram que as pessoas extrovertidas são mais felizes

Ser extrovertido nos torna mais felizes, sem importar onde vivemos, diz um novo estudo. Seus autores explicam que a chave da felicidade não tem nada a ver com elementos socioeconômicos, senão que se encontra na própria personalidade.
Os pesquisadores analisaram o estado de ânimo e o comportamento dos estudantes universitários nos EUA, China, Japão, Filipinas e Venezuela. Em geral, os mais extrovertidos em situações cotidianas eram mais felizes.
Novas descobertas no tratamento da doença de Parkinson

O tratamento da doença de Parkinson encaminha-se para novos avanços graças a uma terapia genética experimental, que permitiu melhorar os transtornos motrizes e a qualidade de vida de uma quinzena de pacientes com uma forma evoluída da doença.
- "Os sintomas motrizes da doença melhoraram até 12 meses após a administração do tratamento em todos os pacientes, inclusive até 4 anos depois nos primeiros operados", disse o professor Stephane Palfi, neurocirurgião francês que dirigiu o ensaio clínico cujos resultados foi publicado recentemente na revista médica britânica The Lancet.
A doença de Parkinson é a doença neurodegenerativa mais freqüente logo após o Alzheimer. Afeta uns 5 milhões de pessoas em todo o mundo.
Realizado por uma equipe de pesquisadores franco-britânicos, o estudo clínico de fase 1 e 2 foi realizado em 12 pacientes tratados desde 2008 pelo professor Palfi no hospital Henri Mondor de Creteil e outros 3 no hospital Addenbrookes de Cambridge (Reino Unido).
A terapia genética ProSavin consistiu em injetar no cérebro dos 15 pacientes um vírus de cavalo -inofensivo para o ser humano e que pertence à família dos lentivírus- esvaziado de seu conteúdo e "recheado" com os três genes (AADC, TH, CH1) essenciais para a fabricação da dopamina, uma substância ausente nas pessoas afetadas com a doença de Parkinson.
Mirtilo contra o Parkinson

Uma equipe de pesquisadores da Universidade Memorial de Newfoundland (Canadá) sugere que esta fruta poderia ajudar a tratar a doença de Parkinson e outro tipo de transtornos neurodegenerativos. Para chegar a esta conclusão os cientistas centraram-se na alfa-sinucleína, uma proteína nuclear e sináptica localizada no cérebro, que demonstrou ser chave no desenvolvimento do Parkinson. Para o estudo, os pesquisadores colocaram este gene em moscas da fruta, provocando com que as moscas experimentassem uma série de defeitos como a degeneração da retina e a redução de expectativa de vida.
Depois disto, decidiram comprovar se o extrato de mirtilo (arando), fruta conhecida por ser rica em fibra, antioxidantes e fitonutrientes, poderia melhorar estes efeitos da alfa-sinucleína. O resultado revelou que as moscas que foram alimentadas com extrato de mirtilo viviam até 15% a mais do que as que tinham seguido uma dieta padrão. Da mesma forma, também melhorou seus problemas oculares, concluindo que os arandos aumentam a vida útil e melhoram os sintomas desta doença em testes realizadas com a mosca da fruta.
Nossos antepassados eram bons pais

A infância dos Neandertais não foi tão dura, curta e perigosa como pensávamos até agora. Pelo menos é o que afirmam arqueólogos do Centro de Paleoecologia Humana e Origens Evolutivas do Departamento de Arqueologia da Universidade de York em um estudo publicado no Oxford Journal of Archaeology.
Para estes especialistas, as crianças desta espécie mantinham em realidade fortes vínculos emocionais com seu grupo social mais próximo.
A arqueóloga Penny Spikins, que coordenou o ensaio, destaca que sua infância era sutilmente diferente da dos humanos modernos. A análise de seus cemitérios sugere que as crianças tinham um papel importante nas comunidades e que aqueles que ficavam doentes ou se feriam recebiam cuidados durante meses ou inclusive anos.