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Nem envelhece nem sente dor nem tem câncer: não é um robô senão um rato-toupeira-pelado

LuisaoCS

Nem envelhece nem sente dor nem tem câncer: não é um robô senão um rato-toupeira-pelado

Apesar de seu aspecto vagamente extraterrestre (na versão muito feia), o rato-toupeira-pelado (Heterocephalus glaber) vive entre nós. Foi descoberto no leste da África em 1842 e está fascinando os cientistas por seu particular DNA.

Esta criatura, que mais parece um pinto de perninhas com dentes, vive em média 23 anos -quando a média nos outros roedores é de 8 anos- e, ademais, não mostra sintomas de envelhecimento, pondo em cheque algumas leis da biologia: suas células não têm sintomas do chamado estresse oxidativo, vinculado ao processo de envelhecimento e a doenças como a arteriosclerose e o Alzheimer. Por não desenvolver tumores, ainda que tratem de provocá-los no laboratório. Poderia dizer-se, pois, que o rato-toupeira-pelado morre jovem.


55 Cancri-e: um planeta de diamante

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55 Cancri-e: um planeta de diamante

O 55 Cancri-e é um planeta extra-solar, localizado aproximadamente a 41 anos luz da Terra, que possui uma massa similar à de Netuno e orbita a estrela gêmea solar 55 Cancri-e. Mas o mais interessante de 55 Cancri-e é que ao menos um terço de sua massa é formada por diamantes, tal e qual descobriram agora uma equipe internacional de astrônomos liderado por Nikku Madhusudhan.

Não estamos ante o primeiro exemplo de planeta destas características, mas sim é o primeiro que se encontra orbitando uma estrela parecida ao Sol. Madhusudhan assinalou que:

- "A superfície deste planeta está provavelmente coberta de grafite e diamante, o que supõe a primeira visão de um mundo rochoso com uma química completamente diferente da Terra".

O planeta é bem mais denso que a Terra, com uma massa oito vezes maior e é muito muito quente, com temperaturas em sua superfície que atingem os 1.648 ºC, o bastante para fundir o ferro.

Via | Universe Today.


Seria esta espiral de luz a última coisa que a raça humana verá?

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Astrônomos do Observatório ALMA no deserto do Atacama, Chile, captaram pela primeira vez a imagem tridimensional de uma estrela similar ao sol a ponto de morrer. A morte desta estrela gera uma espetacular espiral de fogo que evoca seu própria consumo em um uma espécie de vórtice. Segundo o pesquisador Shazrene Mohamed:

- "O ALMA está revelando novas informações sobre o que está acontecendo nestas estrelas e o que poderia acontecer ao sol em alguns milhares de milhões de anos".

Para a pesquisa a equipe usou a metade das 66 antenas de alta precisão que o telescópio ALMA tem, com as quais penetraram nas entranhas deste gigante vermelho, localizado a 1.000 anos luz na constelação do Escultor. Esta é a primeira vez que observam uma camada circundante com uma espiral interior, a qual os astrônomos não descartam que poderia ser devido a influência de outro astro.

Via | Gizmodo.


Cientistas criam terra transparente para estudar as raízes das plantas

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Cientistas criam terra transparente para estudar as raízes das plantas

Boa parte das tarefas da ciência radica em tornar visíveis os fenômenos invisíveis. Daí o surgimento do microscópio para ver o mundo das bactérias ou o telescópio para espiar até distâncias insondáveis. Também podemos listar os raios X para dar uma olhada em nossa estrutura óssea ou o endoscópio para observar as entranhas. Curiosamente, um dos acontecimentos mais comuns da botânica ainda retém muitos mistérios para os biólogos: o que realmente ocorre debaixo da terra com as plantas?

Desde a educação básica ensinam-nos que as plantas requerem de nutrientes, os quais são adquiridos dos componentes da terra. Estas interações são realizadas em uma camada chamada rizosfera, que, em um sentido muito amplo, podemos considerar como a porção do solo onde se encontram as raízes. Nessa região encontram-se a maior parte das bactérias, fungos, insetos e nematódeos; e juntos com as plantas, interagem para criar uma série de reações singulares nesse micro-ecossistema.


O cérebro não é hardware nem software: é wetware

LuisaoCS

O cérebro não é hardware nem software: é wetware

À medida que avançamos no entendimento sobre o funcionamento de nosso cérebro, também mudam as metáforas que empregamos para aplicar novas referências próprias. O biólogo de Harvard Richard Lewontin referiu-se ironicamente a esta evolução com estas palavras:

- "Em um dia o cérebro foi uma central telefônica, logo um holograma, logo um computador digital elementar, logo um computador de processamento paralelo e agora é um computador de processamento distribuído".

À medida que penetramos no cérebro, descobrimos que não funciona como se estivesse dotado de cabos e racks, nem também com simples códigos binários de computador. Porque o cérebro não é software e nem é hardware. É wetware. É uma selva darwiniana, tal e qual descreveu o Nobel de Biologia Gerald Edelman: conjuntos de neurônios que competem uns com outros pelo predomínio à hora de responder aos estímulos do meio.


Por que a noite é tão escura?

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Segundo o paradoxo de Olbers, postulado pelo astrônomo alemão Heinrich Wilhelm Olbers, sendo o espaço infinito e estático como é possível que o céu noturno não esteja cheio de luz, sem regiões escuras?

Minute Physics, no vídeo que encabeça este post, abordam eloquentemente a razão com muita originalidade plástica.

Para ver as legendas em Português, selecione o idioma no botão CC.


MAO-A: o gene que faz as mulheres felizes

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MAO-A: o gene que faz as mulheres felizes

Cientistas da Universidade da Flórida, da Universidade de Columbia e do Instituto de Psiquiatria de Nova Iorque descobriram que os baixos níveis do gene MAO-A (Monoamina oxidase A) está vinculado a um estado altivo de felicidade em mulheres adultas, sem apresentar o mesmo efeito em homens.

- "Este é o primeiro gene da felicidade nas mulheres. Fiquei surpresa pelo resultado. Os baixos níveis de MAO-A estão relacionados com o alcoolismo, agressividade e outros comportamentos anti-sociais; inclusive é chamado o gene 'guerreiro' por alguns cientistas, mas ao menos nas mulheres este gene tem o efeito contrário", disse Henian Chen, autora do estudo.


Por que homem gosta tanto de peito?

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Por que homem gosta tanto de peito?

Na imensidão de vales, montes e áreas recônditas do corpo feminino, o homem sempre teve uma devoção inquebrantável por uma área gêmea específica: os seios :-). Neste artigo o psiquiatra Larry Young tenta explicar o porquê de tal adoração.

Baseando-se nos fundamentos neurológicos de comportamentos sociais complexos, o psiquiatra Larry Young acha que evolutivamente o ser humano aproveitou um circuito neuronal que originalmente se desenvolveu para fortalecer o vínculo entre mãe e filho durante a amamentação e que agora é utilizado para fortalecer a aproximação e o vínculo com o casal.

Quando os mamilos de uma mulher são estimulados durante a lactância, a oxitocina, também conhecida como "a droga do amor", inunda seu cérebro, o que ajuda a enfocar sua atenção e afeto no bebê. No entanto, várias pesquisas afirmam que este circuito não está apenas a disposição dos recém nascidos.

Os pesquisadores concluíram que o estímulo dos mamilos femininos aumenta a excitação na grande maioria de mulheres e ativa as mesmas áreas do cérebro como se tratasse de um estímulo vaginal ou clitoriano.


Biologia Open Source

PH

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Um dos acontecimentos mais importantes na Ciência, no século passado, foi a compreensão da estrutura do DNA, pelos cientistas norte-americanos James Watson e Francis Crick, em 1953 (o que lhes valeu o Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina, em 1962). Tal fato teria importantes e valiosas aplicações na Medicina, posteriormente, uma vez que estavam abertas as portas para se estudar e compreender melhor os fundamentos envolvidos na determinação das características de um ser vivo e os mecanismos pelos quais estas eram transmitidas a seus descendentes.

Pesquisa demonstra que o medo pode ser deletado da mente

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Pesquisa demonstra que o medo pode ser deletado da mente

Pesquisadores da Universidade de Uppsala, Suécia, chefiados pelo psicólogo Thomas Ågren, demonstraram que é possível apagar lembranças que foram armazenadas recentemente no cérebro, graças à alteração do momento em que acontece o processo de consolidação, o estudo publicado hoje poderia representar um grande avanço na pesquisa sobre a memória e o medo. Isto poderia fazer dos humanos uma espécie de super heróis ou tornar-nos seres completamente sociopatas?

Quando uma pessoa aprende algo, a memória permanente em longo prazo é criada com ajuda do processo de consolidação. No momento em que tratamos de recordar algum episódio em particular, a memória se desestabiliza para posteriormente estabilizar graças ao mesmo processo. Em outras palavras, pode-se dizer que não estamos recordando o que ocorreu originalmente, senão que lembramos o que pensamos que aconteceu na última vez, justo neste processo de reconsolidação é quando é possível afetar o conteúdo da memória, afirma Ågren.


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