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Um grande passo para o peixe pulmonado

LuisaoCS

O peixinho da imagem deu muito o que falar hoje. Não é um "elo perdido" nem um "fóssil vivente" nem tem a explicação da evolução. Na verdade já é conhecido desde o século XIX e suas características sempre chamaram a atenção. Trata-se de um peixe pulmonado africano (Protopterus annectens) e na imagem podemos vê-lo movendo as nadadeiras de trás como se fossem patas. Este detalhe serviu aos autores de um estudo publicado na revista PNAS para estabelecer que os antepassados dos tetrápodes (todas as criaturas que caminhamos sobre patas) podiam "caminhar" de alguma forma e que os primeiros passos da vida não se deram sobre a terra seca, senão debaixo da água.


Tanatose - Simulando a própria morte

Luna

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Crédito/ Zapata


Tanatose é mais uma extraordinária estratégia evolutiva de sobrevivência, utilizada por algumas espécies que fingem-se de mortas. Confere uma vantagem seletiva/adaptativa, onde a finalidade mais comum é a de escapar do ataque do predador. Em uma verdadeira encenação de arte dramática, os animais fazem movimentos errantes, simulam agonia, postam-se de costas para o substrato, com os membros encolhidos (posição típica de uma situação real post-mortem), ficando assim paralisados por vários minutos.

Teia de aranha e música estão vinculadas em sua estrutura

LuisaoCS

Teia de aranha e música estão vinculadas em sua estrutura

A teia de uma aranha é uma das formas geométricas mais perfeitas da natureza, criada, para surpresa de nosso entendimento, sem nenhuma intuição matemática aparente ainda que, podia supor, como um verdadeiro conhecimento secreto da harmonia e da perfeição. Agora cientistas do Instituto Tecnológico de Massachusetts descobriram que estes padrões guardam uma relação íntima com as estruturas sônicas de uma melodia em um estudo publicado ontem na revista Bio Nano Science.


Estaríamos a caminho de um pílula de aumento da memória?

LuisaoCS

Estaríamos a caminho de um pílula de aumento da memória?

Ainda que o cérebro humano continue sendo um grande desconhecido, pouco a pouco os cientistas vão desentranhando os mistérios de nossa mente. Uma equipe do Baylor College of Medicine de Houston, Texas (EUA), descobriu uma molécula em cuja ausência a memória dos mamíferos se multiplica.

A quinase (PKR) é uma proteína presente nos vertebrados que é ativada como resposta a algumas infecções virais; no entanto, seu papel no funcionamento normal do cérebro não está ainda muito claro.

Os cientistas acabaram descobrindo que, ao inibir geneticamente a PKR em ratos de laboratório, incrementava-se a excitabilidade das células do cérebro e os animais apresentavam muita mais memória que os ratos "normais", nos quais a molécula não tinha sido inibida.

Ainda que ainda deverão fazer muitos mais ensaios e testes, este poderia ser o primeiro passo para o desenvolvimento de um "pílula de aumento de memória", que seria de grande utilidade no tratamento de algumas doenças como o Alzheimer, por exemplo.

Via | Science Daily.


Carícias antidrogas

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Carícias antidrogas

As carícias maternas durante a infância podem ajudar as crianças de hoje a "resistir" a tentação de consumir drogas e outras substâncias viciantes quando atinjam a idade adulta. Pelo menos foi a dedução de um estudo realizado pela Universidade de Duke (EUA) e da Universidade de Adelaide (Austrália) publicado no The Journal of Neuroscience.

Segundo explica Staci Bilbo, neurocientista e coautora do trabalho, em experimentos com ratos comprovaram que ter muito contato físico com a mãe aumenta a produção de uma molécula do sistema imunológico chamada Interleucina-10 (IL-10) que é capaz de modificar a resposta do cérebro ante substâncias que criam vício.

Bilbo e seus colegas comprovaram que os cérebros dos animais que receberam mais caricias maternas depois de nascer tinham mais genes ativos destinados a produzir esta substância. Depois de consumir uma droga como a morfina, células da glia são ativadas no cérebro dos mamíferos produzindo moléculas inflamatórias que mandam sinais a um centro de recompensa chamado núcleo accumbens. No entanto, quando a molécula IL-10 entra em jogo, contra-ataca esta inflamação e reduz o sinal de recompensa, o que evita a criação de dependência de um vício. Surpreendentemente, quanto mais afagos e carinhos receberem em idades temporãs, maior é a capacidade de produzir esta substância e menor a possibilidade de que mais tarde se tornem viciados.

Via | Universidade de Adelaide.


Terapia genética poderia proteger contra o HIV

LuisaoCS

Terapia genética poderia proteger contra o HIV

Não se trata de uma notícia para incentivar a libertinagem nem a promiscuidade, senão de uma nova janela que se abre para a proteção contra o contágio do HIV. Pese a que ainda não é possível curá-lo, outras equipes de pesquisa se enfocam mais em encontrar uma maneira de deter a infecção de aproximadamente dois milhões de pessoas anualmente e uma nova técnica mediante terapia genética, publicada na revista Nature, demonstrou outorgar defesa absoluta a ratos com sistema imunológico humanizado. A meta agora é extrapolar a descoberta a nossa espécie.


Ajudar as pessoas pode aumentar sua expectativa de vida

LuisaoCS

Ajudar as pessoas pode aumentar sua expectativa de vida

As pessoas que praticam atividades de voluntariado vivem mais tempo do que aquelas que não o fazem. Isso acontece desde que seus motivos sejam ajudar os demais, segundo um estudo publicado na revista Health Psychology que também revelou que os voluntários que optam por ajudar por "satisfação pessoal" ou para "sentir-se melhor consigo mesmo" não obtêm nenhum benefício sobre sua saúde, ou seja, o voluntário altruísta vive mais, o egoísta não.

Sara Konrath e seus colegas da Universidade de Michigan (EUA) chegaram a estas conclusões depois de trabalhar com 10.000 voluntários de diferentes idades e comprovaram que em um prazo de 4 anos as possibilidades de sobreviver eram 3% superiores entre aqueles que praticavam o voluntariado. Konrath atribui este aumento da longevidade ao fato de que ao se preocupar pelos demais é desativada a resposta de estresse do organismo que passa a liberar hormônios como a oxitocina que restabelece a função fisiológica normal.

Via | Science Daily.


Os homens pensam mais em sexo do que as mulheres ou em realidade é só um clichê social?

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Os homens pensam mais em sexo do que as mulheres ou em realidade é só um clichê social?

Em um estudo que refuta um dos preconceitos de gênero mais estendidos, de que o homem só pensa em sexo em todas horas e em todo lugar, a psicóloga Terri Fisher, professora associada da Universidade Estatal de Ohio, publicou um artigo no Journal of Sex Research onde expõe que homens em idade universitária pensam em sexo apenas umas 18 vezes ao dia, menos da metade de vezes que suas colegas da mesma idade e bastante distante da história de que todos pensamos em sexo a cada sete segundos.

Para chegar a estes resultados Fisher reuniu 283 estudantes universitários e pediu que registrassem seus pensamentos espontâneos sobre comida, descanso ou sexo durante uma semana. Os homens reportaram muitos mais pensamentos que as mulheres, mas não se manifestou uma interação significativa entre o sexo do participante e o tipo de pensamentos registrados. Isto é, ainda que os homens tenham pensado mais do que as mulheres, tiveram mais pensamentos sobre comida e descanso. Segundo o autor, isto sugere que os homens estão um pouco mais em contato com seu estado físico durante todo o dia em comparação com as jovens em condições similares.


Notebook com Wi-Fi poderia afetar a fertilidade masculina

LuisaoCS

Notebook com Wi-Fi poderia afetar a fertilidade masculina

Um estudo realizado por cientistas argentinos publicado na revista médica "Fertility and Sterility" afirma que o uso constante de um notebook com acesso a Internet via Wi-Fi afeta a fertilidade masculina.

No acompanhamento de 29 homens utilizando um laptop ligado a Internet com Wi-Fi, pelo menos 1/4 das amostras de esperma não tinham mobilidade comparado com 14% de amostras similares armazenadas à mesma temperatura longe do aparelho. Tudo aponta à radiação eletromagnética emitida durante a comunicação sem fio.


Somos feitos de estrelas

LuisaoCS

A experiência de olhar as estrelas

Eu também fui uma dessas crianças que comprou um telescópio para olhar as estrelas. Sonhava com o espaço exterior e com os ovnis. Inclusive fantasiava com a ideia de que em algum dia viriam de um longínquo mundo para propor alistar-me em uma frota espacial.

Com o decorrer dos anos, não obstante, aceitei que isso nunca ia acontecer, que não existiam frotas estelares extraterrestres. E que talvez era mais provável ir ao espaço se eu fosse uma mosca ou qualquer outro animal e não um menino, pois depois descobri que os primeiros animais em viajar para fora da Terra (o espaço exterior começa a uma altitude de 100 quilômetros) foram as moscas. Concretamente uma mosca da fruta que foi introduzida em um foguete americano V2 e convertida em diminuto astronauta em julho de 1946.


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