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Estudo assegura que o otimismo é um defeito cerebral

LuisaoCS

Estudo assegura que o otimismo é um defeito cerebral

Determinar se o otimismo é algo bom ou mau para o homem é algo sumamente relativo, mas é um fato que tendemos a crer que as coisas são melhores do que são na realidade ou que as coisas negativas não vão ocorrer com a gente. Mas a verdade é que não é bem assim e um novo estudo sustenta que a tendência a ser positivo é culpa de nosso cérebro.

Esta atitude pode ser nociva -segundo um grupo de neurocientistas ingleses e alemães- em todo âmbito de decisões na vida e a origem se encontra nos centros cerebrais envolvidos no processamento de erros. Então os pesquisadores resolveram estudar o fato através da imagem por ressonância magnética funcional (IRMf).


Um único hambúrguer consome 2,4 mil litros de água

Luna

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A indústria alimentícia é a maior do mundo. Ela emprega mais de um bilhão de pessoas e salvou centenas de milhões de pessoas da pobreza e da fome. A produção de alimentos é necessária, mas tem um custo gigantesco para o meio ambiente. Só a agricultura responde por 70% do consumo de água doce no mundo, pelo uso de 38% das terras habitáveis e por 19% das emissões de gases de efeito estufa.

Você é contra a agricultura dos transgênicos?

LuisaoCS

Você é contra a agricultura dos transgênicos?

Há uma inclinação natural a recusar os transgênicos. Dizem que fazem parte do lado do mal, soam a mutantes, a malformações inenarráveis, a doenças. Muitos dos que hoje se opõem aos transgênicos, não se diferenciam muito dos que ontem se opunham à eletricidade, as locomotivas de vapor ou os fornos micro-ondas: todo avanço técnico é considerado, á princípio, como uma ameaça, nunca como uma vantagem: até há pouco, os inimigos da Internet eram tão ubíquos e ferozes como os luditas que destroçavam teares mecânicos.

Manter certa cautela e ceticismo, naturalmente, é sempre mais inteligente que receber com os braços abertos qualquer inovação. Não obstante, abjurar de uma nova tecnologia sem dispor de suficiente informação sobre ela pode atrasar temerariamente a implantação dessa nova tecnologia, às vezes trazendo consigo o sofrimento e a morte de muita gente. Sobretudo se essa atitude negacionista conta com poderosos administradores dos meios de comunicação, como são o Green Peace ou os Amigos da Terra.


Cérebro humano pode ter atingido sua capacidade

Luna

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O seres humanos inventaram incontáveis maravilhas - temos um mundo totalmente equipado - penicilina, naves espaciais, computadores e até mesmo corações artificiais. Para onde vai a inteligência humana a partir daqui? As previsões são frustrantes. Não vamos muito além, dizem os cientistas.

O sucesso e o fracasso ativam todo o cérebro

LuisaoCS

O sucesso e o fracasso ativam todo o cérebro

Ganhar ou perder importa muito, ao menos a nível cerebral. Os sinais gerados no cérebro quando uma pessoa é bem sucedida ou quando fracassa não são processados em uma zona restrita do córtex cerebral, como a zona encarregada de processar as recompensas. As conexões neuronais nestes casos estendem-se praticamente por todo o cérebro, segundo revela um estudo da Universidade de Yale (EUA) publicada hoje na revista Neuron.


Uma espetacular aurora vermelha captada pela ISS

LuisaoCS

Uma espetacular aurora vermelha captada pela ISS
Clique na imagem para vê-la em maior resolução

Geralmente as auroras costumam ser verdolengas, azulinas ou violáceas, mas também em estranhas oportunidades podem ter tons vermelhos. Esta imagem capturada desde a Estação Espacial Internacional no passado 26 de setembro, é possível apreciar um corpo vermelhusco, que é produzido pela emissão de fótons dos átomos de oxigênio e nitrogênio na atmosfera superior. Os átomos se ionizam pela colisão com as partículas dos ventos solares que aceleram pelo campo magnético da Terra e então emitem luz. Quando se trata de oxigênio, a luz é verde, enquanto a luz azul vem da ionização do nitrogênio e o vermelho acontece quando volta a seu estado fundamental.

Via | Gizmodo.


Por que os empregados bonzinhos ganham menos?

LuisaoCS

Por que os empregados bonzinhos ganham menos?

Segundo demonstra um recente estudo publicado no Journal of Personality and Social Psychology, os trabalhadores agradáveis ganham salários significativamente menores que os menos amáveis. A brecha é especialmente ampla no caso dos homens.

Usando dados coletados ao longo de quase 20 anos em três pesquisas diferentes, com informação de 10.000 trabalhadores de uma ampla faixa de profissões, salários e idades, os pesquisadores analisaram o grau de amabilidade dos empregados. E assim descobriram que os homens que tinham uma pontuação abaixo da média quanto a sua amabilidade ganhavam 18% ou mais que aqueles que se comportavam de maneira mais simpática. Entre as mulheres menos cordiais, por sua vez, ganhavam ao redor de 5% mais que suas colegas afáveis.

- "As pessoas agradáveis estão recebendo um tratamento injusto", afirma a coautora do estudo Beth A. Livingston, professora na Escola de Relações Industriais e Trabalhistas da Universidade de Cornell (EUA).

- "O problema é que muitos gerentes com frequência não se dão conta de que recompensam a falta de amabilidade", acrescenta Livingston.

Para corroborá-lo, também realizaram um estudo adicional com 460 estudantes de administração, aos quais pediram que agissem como gerentes de recursos humanos para uma empresa fictícia. Os voluntários receberam breves descrições de candidatos para um posto de consultor. Os resultados mostravam que era menos provável que os homens descritos como "muito agradáveis" conseguissem o emprego.

Então, já sabe o que fazer para conseguir um emprego ou então melhorar o seu salário.

Via | CNN.


Worms tubo gigante

Luna

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Imagem: BBC Natureza


Quando (1979) o submarino Alvin vasculhava o oceano em busca de fontes hidrotermais, algo muito mais surpreendente foi encontrado: além de chaminés que emitem fumo negro - black smockers, espetaculares criaturas vivendo em um meio totalmente tóxico - de temperatura escaldante - no fundo escuro do oceano. A ideia de que toda vida necessita de energia do Sol, não podia mais ser sustentada.

Sem vitamina B12, o cérebro encolhe

LuisaoCS

Sem vitamina B12, o cérebro encolhe

O pescado, a carne, o leite e os ovos são as principais fontes de vitamina B12, também conhecida como cobalamina. A falta desta substância na dieta pode fazer com que o cérebro perca células cerebrais e desenvolva problemas cognitivos, segundo um estudo publicado hoje na Neurology, a revista da Academia Americana de Neurologia.

Na pesquisa participaram 121 pessoas maiores de 65 anos as quais foram acompanhadas e fizeram medidas dos níveis de vitamina B12 e dos metabolismos que podem indicar uma deficiência de vitamina B12.

Os participantes também passaram por testes de memória e outras habilidades cognitivas. Quatro anos e meio mais tarde, imagens por ressonância magnética dos cérebros dos voluntários mediram o volume cerebral total e outros sinais de dano cerebral. Deste modo os cientistas comprovaram que níveis altos dos marcadores de deficiência de vitamina B12 estavam associados a menores pontuações nos testes cognitivos e a um menor volume cerebral total.

- "Ainda é muito cedo para dizer se o aumento dos níveis de vitamina B12 em pessoas idosas através da dieta ou de suplementos poderiam prevenir estes problemas", advertiu Christine C. Tangney do Centro Médico Universitário Rush, em Chicago (EUA), coautora do estudo.

Via | Health News.


Perereca versus besouro, quem ganha?

LuisaoCS

Perereca versus bezouro, quem ganha?

Na grande maioria dos confrontos entre uma perereca (ou rã) e um besouro, o ganhador será o anfíbio, mas quando se trata do até agora pouco conhecido besouro Epomis, as chances se invertem dramaticamente, fazendo com que quase certamente a perereca se converta na presa ao invés de predadora. São duas espécies (circumscriptus e dejeani) que vivem no Oriente Médio e ambas são especialistas em aniquilar e se alimentar de pererecas, rãs, sapos, salamandras e outros anfíbios.

Foram descobertos, estudados e documentados pelos entomólogos Gil Wizen e Avital Gasith (das universidades de Toronto e de Tel-Aviv, respectivamente), e depois de quatro anos de acompanhamento já definiram a estratégia destes bichos, descrita na última publicação da PloS One. Não percam os vídeos depois do salto.


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