Descobrem que umbigo é uma reserva natural de biodiversidade

Dias atrás postei em outro blog, um recorde bem nojentinho de um australiano que juntou 20 gramas de "caca" do umbigo, mas após lerem este artigo saberão que na cavidade umbilical há bem mais coisas que jamais poderia imaginar sua vã filosofia, que até pode dar um sentido ao clichê "crer-se o umbigo do mundo", graças a uma curiosa descoberta que indica que nosso umbigo é toda uma reserva natural de biodiversidade. É verdade!
Vinho tinto contra a vida sedentária

O exercício pode ser servido em uma garrafa... de vinho. Um antioxidante presente em altas quantidades nas uvas e no vinho tinto, o resveratrol, evita os efeitos negativos de uma vida sedentária no organismo, segundo uma pesquisa estadunidense publicada pela revista FASEB Journal.
Os cientistas realizaram os estudos submetendo um grupo de ratos a um ambiente sedentário, que limitasse o movimento. A um grupo forneceram resveratrol. Os roedores, de maneira natural, começaram a sofrer diminuição de massa e força muscular e geraram resistência à insulina. Também apresentaram uma baixa de minerais e debilidade nos ossos. No entanto, os roedores que tomaram resveratrol, apesar do pouco movimento físico, não desenvolveram consequências negativas.
Diga-me que genes tens, e te direi como me vês

Há gente que, ao falar, olha diretamente nos olhos. Outros, os mais tímidos, desviam a visão continuamente ou olham diretamente para o chão. Os autistas sempre olham para outro lugar, como se uma mesa ou uma parede tivessem tanta personalidade para eles como um ser humano.
Pela primeira vez, agora dispomos de um estudo genético que demonstra que o tempo que passamos olhando determinados rostos é influenciado por nossa composição genética. E também que, segundo os genes, interpretaremos de uma ou outra forma as expressões faciais dos demais.
Por que as digitais dos dedos enrugam depois de muito tempo na água?

Até agora costumávamos pensar que era o simples efeito de um excesso de absorção de água por parte da pele. Mas veja só que bacana, Mark Changizi, um neurobiólogo evolutivo dos laboratórios 2AI de Idaho (EUA), captou a atenção da comunidade científica ao postular que em realidade se trata de um engenhoso mecanismo corporal de defesa desenvolvido por nossos ancestrais para poder se agarrar melhor a superfícies úmidas.
O amor diminui a sensação de dor

Amaldiçoar mitiga a dor, mas também há opções mais românticas para aliviar esta sensação: o amor. Pode soar brega, mas pensar ou ver uma foto da pessoa amada faz com que a dor seja menos importante -comprovado pela ciência. O que aparentemente provoca a diminuição da dor é que o amor nos dá segurança, um escudo contra o dano.
- "De nossos trabalhos anteriores, sabíamos que olhar a foto de uma pessoa amada leva a reduções da dor. O interessante é, por que acontece isto?", assinalou a psicóloga Naomi Eisenberger da Universidade de Califórnia.
Um adolescente deveria ir para a cadeia se cometesse um crime?

As questões morais de qualquer índole são tão espinhosas que permitem que duas pessoas inteligentes possam passar a noite inteira discutindo sem chegar aparentemente a nenhuma conclusão. No entanto, se revisar algumas tralhas sobre bioética vai se dar conta de uma verdade fundamental:
A maioria de questões éticas fundamentam-se em resolver onde devemos traçar a linha. Isto é, se todos somos animais, onde traçamos a linha que nos diferencie entre uns e outros? Nos hominídeos? Só nas criaturas que nasçam de um vagina humana? Só nas criaturas que atinjam determinado Quociente Intelectual?
O demônio da Tasmânia poderia ser resgatado da extinção

A maioria de nós temos uma ideia muito icônica do que é o demônio da Tasmânia: por causa da imagem que nos foi inculcada pelos desenhos animados da Warner Bros. Mas o demônio de Tasmânia é bem mais que uma personagem que se converte em um redemoinho à mínima excitação.
O demônio de Tasmânia é o maior marsupial carnívoro do mundo. E se extinguir-se desequilibrará todo o ecossistema da ilha. Uma possibilidade nada remota, porque atualmente é uma das 49 espécies de mamíferos em risco de extinção na Austrália, segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza.
O olfato como chave da inteligência

Os cientistas já se perguntaram numerosas vezes por que os mamíferos (inclusive os humanos) foram capazes de desenvolver cérebros maiores e complexos que outros animais, cérebros que em alguns casos cresceram até dez vezes mais que o tamanho corporal relativo?
Agora, uma equipe de paleontólogos realizou um um estudo publicado na revista Science, onde creem ter descoberto o motivo: facilitar um agudo sentido do olfato. O segredo encontra-se em dois diminutos mamíferos do princípio do Jurássico com aspecto de musaranho.
As pessoas infiéis são mais burras

Quem afirma é Satoshi Kanazawa, um especialista em psicologia evolutiva da Escola de Ciências Econômicas de Londres. Ele sustenta que a fidelidade está diretamente relacionada com a inteligência. De fato, para Kanazawa os homens mais preparados têm menos aventuras e preferem mais as relações estáveis do que aqueles que possuem um baixo quociente intelectual.
Sua idade está escrita em sua saliva

A partir de agora já não poderá mentir sobre sua idade. Cientistas da Universidade da Califórnia (UCLA), nos Estados Unidos, acabam de desenvolver um teste que permite averiguar quantos anos uma pessoa tem a partir de uma simples mostra de saliva. Segundo Eric Vilain, professor de genética humana da UCLA e coautor do estudo publicado na revista Public Library of Science ONE, somente analisando a saliva é possível saber a idade de uma pessoa sem conhecer mais nada sobre ela.