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Quando o nome diz o que somos

LuisaoCS

Quando o nome diz o que somos

Seguindo a linha de alguns estudos que já referi aqui ou no MDig sobre como nossos nomes podem chegar a influir de forma direta em nossas vidas, falo sobre outro realizado nos anos 50 quando realizaram uma pesquisa que talvez fosse pioneira neste tipo de visão: somos em parte o que deveríamos ser.

A pesquisa realizada pelo psicólogo Gustav Johoda versava sobre o povo Ashanti da região central de Gana. Segundo a tradição dos Ashanti, as crianças devem receber um nome espiritual associado ao dia seu nascimento e cada dia está associado, por sua vez, a um conjunto de traços da personalidade.


Bônus de vida

Luna

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No meu texto anterior sobre o envelhecimento, você leu, ou não, que à medida em que ocorrem drásticas baixas de células em seu organismo os órgãos vão deixando de cumprir funções cruciais para o seu corpo. Até que tudo isso culmina numa pane geral. E você morre.

Cá entre nós, aquilo não é o que as pessoas querem ler. Ninguém quer. Muito menos os gerascofóbicos. Precisamos de esperança. De ler algo realmente incrível, animador. Houve um equívoco à respeito do envelhecer e morrer. Podemos romper o ciclo. Acompanhe agora:


O pessimismo da abelha

LuisaoCS

O pessimismo da abelha

Desde que comecei a ler mais sobre elas, após descobrir que sua extinção pode também significar o fim da vida no planeta Terra, só consigo ficar cada vez mais fascinado. Até minha relação com estes insetos mudou bastante. Antes eu vivia incomodando as coitadas e colocando fogo nas colmeias que insistiam em construir nas árvores do pomar. Hoje fiz uma caixa enorme localizada em um pé de acerola e nosso relacionamento mudou diametralmente, pois antes disso eu tinha que ter cuidado para sair no quintal e não levar uma ferroada, tanto de abelhas como de marimbondos-cavalos, atualmente posso sair pelado mesmo que veja um enxame em nuvem.

Agora, uma pesquisa científica identificou padrões depressivos associados ao pessimismo humano nestes pequenos insetos. A conclusão, ainda que não determinante, catalogaria as abelhas como primeiros invertebrados em manifestar pessimismo e, portanto, em ter emoções.


A primeira vacina bem sucedida contra o câncer já é uma realidade

LuisaoCS

A primeira vacina bem sucedida contra o câncer já é uma realidade

Não pode ser aplicada para qualquer tipo de câncer e falta ainda algum tempo antes de poder ser testada em humanos, mas ao menos já se comprovou que a vacina é capaz de curar a variedade que afeta à próstata em ratos, o que por si só já é um grande avanço e que abre as portas para o desenvolvimento de soluções para esta doença em seres humanos.

O trabalho foi realizado por pesquisadores britânicos e estadunidenses e trata-se de uma vacina conformada por DNA prostático humano saudável e colocado no interior de cascas de vírus (a parte externa deles) para logo ser injetado nos roedores. Os cientistas estimaram que enviar o DNA ao interior do vírus poderia enganar o sistema imunológico dos animais, fazendo com que produzisse anticorpos para combater os tumores do câncer de próstata.


Envelhecimento - Porque o tempo é implacável

Luna

Na savana africana uma leoa ataca uma manada de antílopes, a maioria dos bichos escapam dando saltos assombrosos e, no final, quem acaba nas garras dos felinos são os animais velhos, que já não conseguem acompanhar os mais novos porque perderam as reservas que todos os organismos têm para usar em momentos de estresse.


O azeite de oliva protege o cérebro

LuisaoCS

O azeite de oliva protege o cérebro

As pessoas acima dos 65 anos de idade que consomem frequentemente azeite de oliva têm menos risco de sofrer ataques cerebrais, segundo um estudo efetuado por cientistas franceses publicado esta semana na revista científica Neurology.

As conclusões derivam de um estudo de cinco anos de duração com 7.625 pessoas maiores de 65 anos das cidades francesas de Burdeos, Dijony e Montpellier. Os pacientes, no começo do estudo, não tinham histórico de infartos.


Que é a síndrome da boca de pinho?

LuisaoCS

Que é a síndrome da boca de pinho?

Ao comer pinhões algumas pessoas percebem um amargo sabor metálico. Este gosto, conhecido como "boca de pinho", normalmente começa de 12 a 48 horas após consumir pinhões e dura desde umas horas até duas semanas. Pode ser agravado pelo consumo de qualquer outro alimento durante este período e diminui significativamente o apetite e o desfrute de alimentos.

Depois de receber aviso de várias pessoas que sofriam este problema, a Food and Drug Administration (FDA) estadunidense pesquisou e confirmou que é uma reação adversa a um alimento diferente de uma alergia clássica. O que ainda não está claro é o que provoca isso. A FDA está pesquisando se a quantidade de pinhões consumida condiciona os sintomas.

A síndrome de boca de pinho provoca cacogeusia, isto é, uma alteração do sentido do gosto pela qual o paciente detecta um sabor ruim inexistentes em algumas substâncias.

Via | PubMed.


Bêbados solidários

LuisaoCS

Bêbados solidários

Às vezes basta pensar que está tomando alguma bebida alcoólica para se sentir invadido pelos efeitos dessa substância. Uma piada muito corrente que se propagou em muitas universidades, consiste em dar folha de chuchu ou bosta de vaca seca para alguém fumar. A vítima começa a dizer tolices e a assegurar que está "viajando", até que finalmente alguém revela que ele fumou algo sem nenhum efeitos psicoativos. O que demonstra, também, o poder do placebo.

O pesquisador Richard Wiseman realizou um experimento mais exaustivo com o álcool, também com estudantes universitários. Os participantes deviam passar uma noite em um bar, com seus amigos, quando o álcool seria totalmente "na faixa" -fato que propiciou que muitos estudantes aceitassem submeter ao estudo, lógico-.


A anestesia da felicidade

LuisaoCS

A anestesia da felicidade

A ketamina e outros anestésicos similares têm um efeito antidepressivo de ação rápida, segundo revela um novo estudo realizado em ratos e publicado esta semana na revista Nature, que abre uma nova via para o tratamento drástico da depressão severa.

Os experimentos demonstram que este medicamento, que foi empregado como anestésico em humanos, pode aliviar os sintomas da depressão em poucas horas, e que seus efeitos duram até duas semanas.

Para explicar este efeito, a neurocientista Lisa Monteggia e seus colegas da Universidade do Texas (EUA) estudaram como a substância age sobre o cérebro. E comprovaram que em pequenas doses e administrada por via intravenosa, a ketamina, que é um bloqueador dos receptores NMDA no cérebro, aumenta a expressão de um fator de crescimento específico, o fator neurotrófico derivado do cérebro (BDNF), associado a efeitos antidepressivos. A rapidez com a qual surte efeito poderia ter grande importância para o tratamento de pessoas depressivas de alto risco, como pacientes com tendências de suicídio.

Via | io9.


Estamos próximos de uma nova Pequena Idade do Gelo?

LuisaoCS

Estamos próximos de uma nova Pequena Idade do Gelo?

O Sol prepara-se para o início de um novo ciclo solar com escassa atividade, segundo explicaram cientistas do Nacional Solar Observatory (NSO) e do Air Force Research Laboratory (AFRL), que comparam a situação atual com a vivida em 1645, quando foi registrado um período de inatividade solar durante 70 anos conhecido como a "Pequena Idade do Gelo".

Os especialistas chegaram a esta conclusão depois de estudar a estrela e detectar um decréscimo de manchas solares da superfície e uma menor atividade próxima dos polos. Segundo assinalaram, isto poderia implicar inclusive em "uma hibernação do Sol" para o próximo ciclo solar, isto é, nos próximos 11 anos.


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