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Estudo revela forte vínculo entre o Parkinson e a depressão

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Estudo revela forte vínculo entre o Parkinson e a depressão

Normalmente os médicos consideram só os sintomas físicos como parte importante de uma doença, mas no caso de doenças como o Parkinson os sintomas emocionais podem ser também importantes.

Sabe-se que a depressão é um sintoma comum da doença de Parkinson, uma desordem crônica neurodegenerativa normalmente associada com tremores corporais que, a longo prazo, impedem realizar as mais simples tarefas -ainda que os pacientes de Parkinson não necessariamente apresentem estes sintomas-. No entanto, até agora ninguém sabia o verdadeiro impacto da depressão nos pacientes.


Encontram a forma de parar e reverter o Parkinson e Alzheimer

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Encontram a forma de parar e reverter o Parkinson e Alzheimer

O Alzheimer e o Parkinson são doenças diferentes, pois afetam a diferentes regiões do cérebro e têm fatores de risco genéticos e ambientais completamente díspares. No entanto, a nível bioquímico, ambas doenças neurodegenerativas se parecem. Desta maneira, foi como uma equipe de cientistas da Universidade Emory, em Atlanta, nos Estados Unidos, conseguiu identificar um objetivo potencial para fármacos contra estas doenças: trata-se de uma enzima que impulsiona a neurotoxicidade tanto na doença de Alzheimer como na doença de Parkinson. Bloquear esta enzima conduziria à paralisação do desenvolvimento de ambas condições médicas.

Esta enzima recém descoberta e seu potencial para tratar ambas as doenças foram recolhidas em um estudo publicado na revista Nature Structural and Molecular Biology. Ambas doenças neurodegenerativas se caracterizam por uma proteína capaz de matar as células cerebrais. Esta proteína chama-se alfa-sinucleína na doença de Parkinson (que forma os corpos de Lewy), e tau na doença de Alzheimer (que forma os novelos neurofibrilares).


Os efeitos deste tratamento contra o Parkinson são mais que extraordinários

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Andrew foi diagnosticado com a doença de Parkinson em 2009 quando tinha 35 anos. Ele vive com sua esposa e dois filhos em Auckland, Nova Zelândia. Em novembro de 2012 e fevereiro 2013 submeteu-se a um procedimento cirúrgico chamado estimulação cerebral profunda para ajudar a controlar seus sintomas motrizes. Isto foi muito benéfico para sua qualidade de vida como poderão notar no vídeo.

Andrew é o autor do blog Young and Shaky, que foi criado para divulgar e conscientizar sobre os efeitos da doença de Parkinson. Esta é sua experiência de como a estimulação cerebral lhe ajuda e proporciona uma qualidade de vida quase normal.


Mirtilo contra o Parkinson

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Mirtilo contra o Parkinson

Uma equipe de pesquisadores da Universidade Memorial de Newfoundland (Canadá) sugere que esta fruta poderia ajudar a tratar a doença de Parkinson e outro tipo de transtornos neurodegenerativos. Para chegar a esta conclusão os cientistas centraram-se na alfa-sinucleína, uma proteína nuclear e sináptica localizada no cérebro, que demonstrou ser chave no desenvolvimento do Parkinson. Para o estudo, os pesquisadores colocaram este gene em moscas da fruta, provocando com que as moscas experimentassem uma série de defeitos como a degeneração da retina e a redução de expectativa de vida.

Depois disto, decidiram comprovar se o extrato de mirtilo (arando), fruta conhecida por ser rica em fibra, antioxidantes e fitonutrientes, poderia melhorar estes efeitos da alfa-sinucleína. O resultado revelou que as moscas que foram alimentadas com extrato de mirtilo viviam até 15% a mais do que as que tinham seguido uma dieta padrão. Da mesma forma, também melhorou seus problemas oculares, concluindo que os arandos aumentam a vida útil e melhoram os sintomas desta doença em testes realizadas com a mosca da fruta.


Como detectar a doença de Parkinson com uma chamada telefônica

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O mal de Parkinson afeta 6,3 milhões de pessoas em todo o mundo. Causa debilidade e tremores, mas ainda não há uma forma objetiva do detectar a tempo. O matemático da Universidade de Oxford Max Little está testando em estudos clínicos uma ferramenta simples e econômica capaz de detectar o Parkinson, com uma precisão de 99% com uma chamada telefônica de 30 segundos ao alcance de qualquer um. Veja como depois do trêmulo salto.


Novas descobertas no tratamento da doença de Parkinson

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Novas descobertas no tratamento da doença de Parkinson

O tratamento da doença de Parkinson encaminha-se para novos avanços graças a uma terapia genética experimental, que permitiu melhorar os transtornos motrizes e a qualidade de vida de uma quinzena de pacientes com uma forma evoluída da doença.

- "Os sintomas motrizes da doença melhoraram até 12 meses após a administração do tratamento em todos os pacientes, inclusive até 4 anos depois nos primeiros operados", disse o professor Stephane Palfi, neurocirurgião francês que dirigiu o ensaio clínico cujos resultados foi publicado recentemente na revista médica britânica The Lancet.

A doença de Parkinson é a doença neurodegenerativa mais freqüente logo após o Alzheimer. Afeta uns 5 milhões de pessoas em todo o mundo.

Realizado por uma equipe de pesquisadores franco-britânicos, o estudo clínico de fase 1 e 2 foi realizado em 12 pacientes tratados desde 2008 pelo professor Palfi no hospital Henri Mondor de Creteil e outros 3 no hospital Addenbrookes de Cambridge (Reino Unido).

A terapia genética ProSavin consistiu em injetar no cérebro dos 15 pacientes um vírus de cavalo -inofensivo para o ser humano e que pertence à família dos lentivírus- esvaziado de seu conteúdo e "recheado" com os três genes (AADC, TH, CH1) essenciais para a fabricação da dopamina, uma substância ausente nas pessoas afetadas com a doença de Parkinson.


Azeite requentado poderia causar Câncer, Alzheimer ou Parkinson, indica estudo

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Azeite requentado poderia causar Câncer, Alzheimer ou Parkinson, indica estudo

Esta informação já foi avaliada em outras pesquisas, mas estranhamente é pouco divulgada na mídia. Acontece que há anos fala-se que o azeite não deve atingir elevadas temperaturas porque perde suas propriedades, exatamente como o resto dos alimentos. Agora a Faculdade de Farmácia da Universidade do País Basco (UPV) publicou na revista Food Chemistry as conclusões de uma pesquisa mais concisa do uso do azeite de oliva e girassol a 190º em períodos de 8 horas até somar 40 horas e as descobertas não são muito boas.


Cientistas detêm a degeneração celular em cérebro de ratos

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Cientistas detêm a degeneração celular em cérebro de ratos

A degeneração do cérebro é talvez um dos fenômenos de saúde mais fatais, pois até agora não se conhecem remédios efetivos para combatê-la e só pode ser evitada com medidas preventivas tomadas com vários anos de antecedência. Entre os padecimentos que provoca estão os males de Alzheimer e Parkinson, que paulatina mas inevitavelmente arrebatam o controle do doente.

Isto, no entanto, poderia encontrar uma solução efetiva graças à descoberta feita por cientistas que descobriram um método para prevenir a morte de células cerebrais em ratos, o que, eventualmente, ajudará a entender como se desenvolvem ditas doenças no cérebro humano.


O elenco de “De volta para o futuro” se reúne para seu 30º aniversário

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Neste mês completam 30 anos desde o lançamento do clássico cinematográfico "De volta para o futuro" e durante o fim de semana, Michael J. Fox, Christopher Lloyd e Lea Thompson (seus três protagonistas) se reuniram no London Film e Comic Com para celebrá-lo onde responderam várias perguntas dos fãs a respeito do filme.

Como parte dos festejos, no próximo 21 de outubro "De volta para o futuro" será projetado em vários cinemas ao redor do mundo, pois é o dia exato em que Marty McFly viaja na segunda sequela da trilogia. Neste mesmo dia, deverá ser lançado em DVD e Blue-ray um pacote que inclui os três filmes e as séries animadas, além de outro conteúdo especial de aniversário.

O que me deixou verdadeiramente consternado neste vídeo foi ver Michael J. Fox perdendo para o Parkinson, sobretudo porque tenho um grande amigo que abandonou tudo recentemente e voltou para a roça por não conseguir lidar mais com esta doença desgraçada.


Agora vai! Consumir muita fruta reduz o risco de disfunção erétil

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Agora vai! Cosnsumir muita fruta reduz o risco de disfunção erétil

A disfunção erétil é uma das condições médicas mais frustrantes para o homem. Agora, um novo estudo realizado por cientistas da Universidade de East Anglia, no Reino Unido, e da Harvard T.H. Chan School of Public Health de Boston, nos EUA, concluíram que comer mais frutas ricas em flavonóides como mirtilo, morango, amora ou as frutas cítricas, poderia reduzir o risco de sofrer disfunção erétil.

Os pesquisadores analisaram os dados baseados em uma mostra de mais de 50.000 homens na meia idade: sua capacidade para obter e manter uma ereção suficientemente firme para ter relações sexuais, e os dados de sua dieta. Esta informação foi recolhida a cada 4 anos desde 1986, data de começo do estudo.