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Mirtilo contra o Parkinson

Uma equipe de pesquisadores da Universidade Memorial de Newfoundland (Canadá) sugere que esta fruta poderia ajudar a tratar a doença de Parkinson e outro tipo de transtornos neurodegenerativos. Para chegar a esta conclusão os cientistas centraram-se na alfa-sinucleína, uma proteína nuclear e sináptica localizada no cérebro, que demonstrou ser chave no desenvolvimento do Parkinson. Para o estudo, os pesquisadores colocaram este gene em moscas da fruta, provocando com que as moscas experimentassem uma série de defeitos como a degeneração da retina e a redução de expectativa de vida.
Depois disto, decidiram comprovar se o extrato de mirtilo (arando), fruta conhecida por ser rica em fibra, antioxidantes e fitonutrientes, poderia melhorar estes efeitos da alfa-sinucleína. O resultado revelou que as moscas que foram alimentadas com extrato de mirtilo viviam até 15% a mais do que as que tinham seguido uma dieta padrão. Da mesma forma, também melhorou seus problemas oculares, concluindo que os arandos aumentam a vida útil e melhoram os sintomas desta doença em testes realizadas com a mosca da fruta.
Por que tão poucas flores e frutas são azuis?
Na verdade, não há pigmento azul verdadeiro na natureza. Um pigmento cria cor absorvendo certos comprimentos de onda de luz e refletindo outros. A clorofila, por exemplo, faz com que as plantas pareçam verdes, o caroteno as faz parecer vermelhas ou laranjas e a xantofila as faz parecer amarelas.
As plantas fazem frutas e flores parecerem azuis mudando os níveis de acidez, adicionando moléculas ou misturando pigmentos. Mesmo assim, é raro ver uma planta azul sem tonalidade avermelhada: um mirtilo é levemente roxo.
Então, por que as plantas ficam azuis? Pela maior probabilidade de atrair polinizadores específicos. O azul é altamente visível para as abelhas.
Agora vai! Consumir muita fruta reduz o risco de disfunção erétil

A disfunção erétil é uma das condições médicas mais frustrantes para o homem. Agora, um novo estudo realizado por cientistas da Universidade de East Anglia, no Reino Unido, e da Harvard T.H. Chan School of Public Health de Boston, nos EUA, concluíram que comer mais frutas ricas em flavonóides como mirtilo, morango, amora ou as frutas cítricas, poderia reduzir o risco de sofrer disfunção erétil.
Os pesquisadores analisaram os dados baseados em uma mostra de mais de 50.000 homens na meia idade: sua capacidade para obter e manter uma ereção suficientemente firme para ter relações sexuais, e os dados de sua dieta. Esta informação foi recolhida a cada 4 anos desde 1986, data de começo do estudo.