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Philae aterrissou com sucesso no núcleo do cometa 67P
Touchdown! My new address: 67P! #CometLanding
— Philae Lander (@Philae2014) 12 novembro 2014A ciência está avançando a passos gigantes ao redor de nós e de vez em quando temos a capacidade de presenciar avanços históricos, como a chegada do Curiosity a Marte ou a alunissagem. Hoje temos outro evento histórico em frente a nós: a aterrissagem da sonda Philae no cometa 67p/Churyumov-Gersimenko.
O módulo Philae converteu-se na primeira nave que os seres humanos colocamos sobre a superfície de um cometa. O pequeno veículo de 100 kg de peso posou sobre a superfície do cometa e começou a tomar os primeiros dados sobre a composição deste corpo celeste e a transmitir informações, pese que os arpões de ancoragem tenham falhado e a ESA suspeita que o módulo "quicado" no pouso.
Teremos que esperar a manhã de 13 de novembro para voltar a receber mais dados de Philae, via Rosetta, que agora está do outro lado de 67P, para tentar confirmar o que realmente aconteceu.
Em minha opinião, e guardando todas as diferença, a viagem de mais de dez anos que completou a maior façanha espacial da década ao tocar o núcleo de um cometa é o equivalente para esta geração à chegada à Lua das missões Apollo.
Cometa parece abrigar vida e poderia explicar como se originou a vida na Terra

O cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, onde há pouco aterrissou a sonda espacial Philae, poderia bem ser lar de abundante vida microbiana extraterrestre, segundo vários astrônomos.
Os cientistas acham que alguns traços salientes do cometa são melhores explicados através da presença de organismos vivos debaixo de sua superfície gelada, como por exemplo sua córtex negra orgânica e a preponderância de hidrocarbonetos aromáticos. A nave Rosetta, que se encontra orbitando o cometa, também parece ter achado estranhos aglomerados de matéria orgânica que se assemelham a partículas vitais.
Simulações computacionais sugerem que micróbios extremófilos poderiam habitar as regiões aquosas do cometa, ao conter sais anti-congelantes.
Alguns cientistas pensam que vários cometas poderiam ter disseminado as sementes da vida na Terra. Estudar cometas e encontrar organismos vivos poderia ser um modelo das origens de quem somos. Será que talvez não sejam uma espécie de espermatozóides cósmicos?
Via | Guardian.
Pela primeira vez, em 12 de novembro um artefato humano aterrissará em um cometa

Após uma viagem de mais de dez anos, por fim chega o momento. Um momento histórico para a astronomia. Pela primeira vez, se tudo der certo, em 12 de novembro de 2014 conseguiremos aterrissar um aparelho sobre um cometa. Como se aterrissássemos no planeta diminuto do Pequeno Príncipe.
Nesse dia, a nave Rosetta da Agência Espacial Européia (ESA) liberará o módulo Philae quando estiver a 22,5 km do centro da rocha 67P/Churiumov Guerasimenko. A uma velocidade de uns 18 cm por segundo, deverá atingir seu objetivo sete horas depois, período em que todos os astrônomos, cosmólogos, astrofísicos, outros astros e curiosos devem permanecer fazendo figa até a aterrissagem.
Um curta-metragem que mistura o pedagógico com o espetáculo: Ambition
A importância da missão Rosetta, no próximo 11 de novembro, quando lançar seu módulo Philae para o cometa 67P, é tão magna, tão épica, que a ESA (Agência Espacial Européia) estimou oportuno que a melhor forma de transmitir o que vai ocorrer seja através de um curta ao estilo Hollywood. Mas sem usar simples planos de sondas cruzando um espaço cheio de estrelas, senão de uma forma bem mais original: através de um aprendiz e seu mestre situados em outro mundo experimentando seus superpoderes.
Não em vão, o mestre é interpretado por Aidan Gillen, Lorde Petyr Baelish em Game of Thrones. Foi rodado na Islândia pelo polonês Tomasz Bagiński, que já ganhou um Oscar por um de seus curtas: "Katedra". Seu título é "Ambition", e não só pretende ser pedagógico, senão colar-nos à tela.
Conspiranoicos advertem que o cometa 67P em realidade é uma maquina extraterrestre

Em geral, ter diferentes pontos de vista sobre um mesmo acontecimento é saudável. Primeiramente, porque a validade de nenhuma perspectiva é excludente e muito menos absoluta e, geralmente, o ponto de vista mais próximo à “realidade” resultaria da soma de todas as perspectivas que ao redor dela convergem. Por outro lado é importante, quase em qualquer contexto, duvidar das versões convenientes ou oficiais.
Neste sentido, supomos, a hipótese levantada por um grupo de ufólogos conspiracionistas em torno do cometa 67P deveria ser pelo menos considerada -inclusive levando-se em conta que para muitos parecerá extremamente ridícula–.