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A primeira grande virtude do homem foi a dúvida, e o primeiro grande erro, a fé
- Carl Sagan.
O segredo de Carl Sagan como divulgador científico

Além de meus pais e alguns amigos, são poucas a pessoas pelas quais guardo admiração de ídolo. Carl Sagan com certeza é uma dessas pessoas que respeito e cultuo tanto por sua faceta de cético convencido quanto pela de divulgador científico. Por isso me chamou muito a atenção uma frase sua que encontrei em "Why Carl Sagan is Truly Irreplaceable" em que fala a respeito de sua capacidade como tal:
"Acho que sou capaz de explicar coisas porque entendê-las não foi muito simples para mim. Algumas coisas que os estudantes mais inteligentes eram capazes de ver no mesmo instante eu tinha que bater cabeça para entendê-las. Sou capaz de lembrar o esforço que tinha que fazer para aprender. As pessoas muito brilhantes descobrem as coisas tão rápido que nunca se dão conta da importância dos mecanismos que os levam a entendê-las."
Como podemos inferir, o adolescente Carl Sagan não foi o aluno mais inteligente da sua sala, mas foi o que melhor assimilou seu aprendizado para inculcar novas ideias em toda uma geração ávida para aprender os segredos do Universo.
Há um ditado grotesco que diz "Quem sabe faz, quem mal sabe ensina!", que guarda lá sua verdade de forma tortuosa e que confirma uma situação do dia a dia: professores são geralmente péssimos empreendedores e é por isso que são tão bons (alguns são realmente fantásticos) em ensinar mentes brilhantes que se converterão em grandes empreendedores. O progresso e o desenvolvimento passa pelo ensino e educação.
Quinze anos sem Carl Sagan
Hoje faz quinze anos que Carl Sagan nos deixou, um dos mais conhecidos e bacanas divulgadores científicos dos últimos anos, que nos fez ver que é possível explicar coisas complicadas de maneira simples e acessível, em especial graças a Cosmos: uma viagem pessoal. Calcula-se que esta série foi vista nos anos 80 por mais de 400 milhões de pessoas em 60 países diferentes; e por isso muitos esperamos ansiosos a atualização da série, prevista para 2012, que será apresentada por Neil DeGrasse Tyson.
Nova edição de The pale blue dot
À espera dos novos capítulos da nova série Cosmos que será protagonizada por Neil DeGrasse Tyson e se unindo à enorme quantidade de versões que já saíram do já lendário fragmento "Um ponto azul pálido" imortalizado por Carl Sagan, desde a Fundação Richard Dawkins, para o pensamento crítico e thinkingatheist, editaram uma nova versão visual de The pale blue dot.
A série de documentários Cosmos terá uma sequência apresentada por Neil deGrasse Tyson
Parece que se confirmam os rumores de que a mítica série de documentários de Carl Sagan terá uma seqüência de 13 episódios que serão transmitidos a partir de 2013. Ann Druyan, viúva de Sagan e coprodutora de Cosmos, chegou a um acordo com a rede Fox, Nat Geo e o produtor Seth McFarlane (criador de Family Guy) para realizar uma sequência da série com Neil deGrasse Tyson como apresentador.
O ano que Carl Sagan processou a Apple

Corria o ano de 1994. Carl Sagan estava chegando ao final de seus dias ainda que não sabia. Alguns meses antes foi diagnosticado com mielodiplasia, isto é, sua medula óssea não produzia suficientes glóbulos vermelhos saudáveis.
Na mesma época, ocorreu aos engenheiros da Apple Computer em chamar o Macintosh 7100 de "Carl Sagan". O motivo?, um livro que ele havia publicado, intitulado Billions and billions. Os engenheiros da Apple presumia dizendo que eles também venderiam bilhões e bilhões de computadores.
O nome só era utilizado a nível interno na empresa, mas a notícia chegou aos ouvidos de Carl Sagan, que logo ficou preocupado que o nome se convertesse em um meio para promover o produto, de modo que enviou uma carta pessoal à Apple pedindo que eliminasse seu nome da lista de projetos. A Apple aceitou tirar o nome, mas o problema surgiu quando
um engenheiro cheio de senso de humor decidiu substituir seu nome por Butt-Head Astronomer, isto é, Astrônomo Cabeça-Oca.
Catástrofe anunciada... ou não
Por Carl Sagan que hoje completaria 76 anos.
Amor à ciência
- Carl Sagan.
As 5 maiores contribuições de Carl Sagan à Ciência

No dia da sua morte o presidente da Academia Nacional de Ciências dos EUA disse que Carl Sagan, mais do que qualquer outro cientista contemporâneo, soube despertar a paixão popular e mostrar a maravilha e a importância da ciência. Criador da inesquecível série de televisão "Cosmos: uma viagem pessoal", também foi agraciado com o Pulitzer e contribuiu para algumas das missões mais importantes da NASA nos anos 70 e 80.
Claro, Sagan tinha um monte de defeitos. Dizem que era maconheiro, um narcisista incorrigível e um pai irresponsável. Bem, pelo menos até a meia-idade, quando conheceu sua terceira esposa, Ann Druyan, que aparentemente o colocou nos eixos e quando seu trabalho de divulgação científica realmente rendeu.
No entanto, antes de morrer de pneumonia em 20 de dezembro de 1996 aos 62 anos, depois de uma batalha de dois anos com uma rara e grave doença na medula óssea (mielodisplasia), Sagan mudou a face da ciência moderna, a partir de sua pesquisa inovadora para seus trabalhos mais vendidos de não-ficção. Depois do salto descompactamos cinco das maiores contribuições de Sagan para a ciência.
Maternidades Estelares
Os visuais espetaculares do curta-metragem de Teun van der Zalm foram inspirados no termo inventado pelo astrofísico Carl Sagan.
- "Um lugar onde as estrelas nascem. Elas se condensam por gravidade a partir do gás e da poeira até que suas temperaturas se tornem tão altas que começam a brilhar."
Acho que não é preciso dizer mais nada.