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Poderíamos nos desfazer do lixo nuclear lançando-o ao Sol?

LuisaoCS

Poderíamos nos desfazer do lixo nuclear lançando-o ao Sol?

No outro dia falávamos da (im) possibilidade de despejar os resíduos radioativos nos vulcões, quando o leitor Alberto ponderou o uso de uma nave em direção ao Sol, ou seja, neste caso usar o astro-rei como um super-forno para queimar o lixo nuclear que geramos.

Em teoria, a ideia parece boa. No entanto, resultaria bastante arriscado. Todas as agências e empresas privadas já tiveram problemas em seus lançamentos, ainda que invistam muito dinheiro nisso. Em março de 2011, por exemplo, um foguete relativamente simples para o lançamento do satélite Glory da NASA, avaliado em 424 milhões de dólares, caiu finalmente no oceano Pacífico. Outros se incendiaram na atmosfera.

Imaginem só o que aconteceria se o foguete carregasse algumas centenas de kg de urânio? Se incendiasse nas alturas, poderia ficar suspenso durante meses na atmosfera, enchendo a Terra de lixo radiativo.

Ademais, também seria muito caro transportar tanto peso para o espaço. A cada ano, as centrais nucleares européias geram ao menos 550 metros cúbicos de lixo radioativa: um volume no qual caberiam 550.000 litros de água. Bota lixo nisso!


Eduardo Saverin poderia ser banido dos EUA após renunciar nacionalidade

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Eduardo Saverin poderia ser banido dos EUA após renunciar nacionalidade

O co-fundador do Facebook, Eduardo Saverin, gerou grande polêmica nos Estados Unidos ao renunciar a nacionalidade estadunidense, supostamente para não ter que pagar impostos sobre os milhões que receberá quando a rede social passe a ter suas ações cotadas na bolsa de valores a partir de amanhã. É que se trata de bastante dinheiro: ao menos USD$67 milhões.

A decisão de Saverin, não passou despercebida e hoje os senadores Charles Schumer e Bob Casey apresentaram um plano para obrigar às pessoas que renunciam a nacionalidade americana a pagar impostos iguais, a não ser que demonstrem que não renunciaram para evitar os encargos. A ideia é ademais proibir a entrada ao país a quem renuncie a nacionalidade por este motivo.


Cocorobo só limpará sua casa se for feliz

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A primeira vista o Cocorobo parece apenas mais um desses robôs de limpeza que pululam pelos salões emitindo tétricos lamentos. Em princípio é, mas o pessoal da Sharp acrescentou-lhe um toque personalizado que o converte em algo mais próximo a um bichinho de estimação.

Além das muitas funções que pode ver no vídeo, Cocorobo só funciona corretamente se o dono conversa e o usa todos os dias. Caso contrário se aborrecerá e deixará de limpar. Isso faz com que sua manutenção, baseada em consultas ao analista, saia realmente caro.

Podem me chamar de paranoico, mas fabricar um robô de limpeza temperamental cuja virtude seja sua capacidade para se rebelar não me parece uma grande ideia. E o pior é que dizem que ainda vai ser melhorado. Imaginem só se eliminam a opção de discutir e acrescentam uma função de exterminar. Hasta la vista Kakaroto Cocorobo!

Via | Topless Robot.


Chuveiro horizontal

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Deve existir uma camada da população que considere que tomar banho de pé é um suplício. Se essa mesma camada tem um banheiro enorme e dinheiro suficiente, seus problemas acabaram. A ducha horizontal da Dornbracht exige o mínimo esforço de deitar-se sobre ela e manipular o eTool para questões triviais como temperatura e potência da água.

Há algo que deveriam solucionar: não está a nível do piso, o que significa que não poderemos acordar e ir rolando até ao sanitário. Em algum ponto do caminho teremos que ficar de pé. E isso, sem o café da manhã, é muito chato.

O vídeo do chuveiro horizontal é uma delícia e, cuidado, em casos mais extremos pode provocar algum caso de paudurismo. Certamente mais de um terá vontade colocar a casa abaixo só para construir um banheiro como este.

Via | Tech Geer.


Cientistas detêm a degeneração celular em cérebro de ratos

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Cientistas detêm a degeneração celular em cérebro de ratos

A degeneração do cérebro é talvez um dos fenômenos de saúde mais fatais, pois até agora não se conhecem remédios efetivos para combatê-la e só pode ser evitada com medidas preventivas tomadas com vários anos de antecedência. Entre os padecimentos que provoca estão os males de Alzheimer e Parkinson, que paulatina mas inevitavelmente arrebatam o controle do doente.

Isto, no entanto, poderia encontrar uma solução efetiva graças à descoberta feita por cientistas que descobriram um método para prevenir a morte de células cerebrais em ratos, o que, eventualmente, ajudará a entender como se desenvolvem ditas doenças no cérebro humano.


A que distância poderíamos nos aproximar do Sol?

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A que distância poderíamos nos aproximar do Sol?

Depois de recentemente ver o filme ficção científica, Sunshine, dirigido por Danny Boyle, ocorreu-me uma dúvida boba: quão perto poderíamos estar do Sol sem morrer como churrasquinhos?

Ainda que a superfície do astro rei é sua parte mais fria, posar nela resulta bastante difícil de imaginar se levado em conta a sua temperatura de 5.504 ºC. No entanto, com nossa tecnologia atual, poderíamos nos aproximar do Sol bem mais do que imaginamos. Se o Sol se encontra a uma distância de 150 milhões de km, poderíamos percorrer nada menos que 95% do trajeto antes da coisa ficar quente.

Obviamente, não poderíamos ir aproximando simplesmente com nosso traje espacial regular, que só nos manteria a salvo com temperaturas inferiores a 120 ºC. O apropriado seria um veículo de lançamento: o escudo anti-térmico reforçado de carbono foi desenhado para suportar temperaturas de até 2.593 ºC, para assim assegurar a nave em frente ao calor da fricção gerada pela reentrada na atmosfera.

Se este escudo protege a totalidade do foguete, então poderíamos nos aproximar do Sol a uma distância de 2,12 milhões de km (aproximadamente 98% do percurso).

Contudo, o calor seria o de menos nessa distância. A exposição constante à radiação cósmica durante a viagem seria fatal para nós, inclusive antes de cobrir a metade do caminho, já que o Sol é um grande gerador de radiações.


Calcinhas dissimulam nosso muito querido capô de fusca

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Calcinhas dissimulam nosso muito querido capô de fusca

O capô de fusca é uma dessas imagens ocasionais que a vida nos presenteia quando estamos enfiados na miséria e nada mais faz sentido. Por alguma razão alheia a meu entendimento, uma tal Shannon decidiu nos arruinar a existência criando as calcinhas Camelflage.

As Camelflages possuem uma espécie de cobertura elástica que oculta a forma da perseguida sob uma superfície plana, "barbierizando" a sua portadora. Segundo a própria Shannon, ela teve a ideia quando, ao olhar o espelho durante uma de suas sessões de ioga, descobriu com horror que tinha outra boca para alimentar.

Mas não se desespere querido amigo leitor, uma amiga de uma prima de uma das minhas namoradas usou e comentou que, em realidade, é bastante desconfortável.

Calcinhas dissimulam nosso muito querido capô de fusca

Via | Laughing Squid.


Lâmpada cerebral

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Lâmpada cerebral

Ter um espaço para criar e desenvolver ideias é a primeira regra para ser um tipo criativo. Ter outro lugar de onde roubà-las é a segunda. Para o primeiro temos esta motivadora Lâmpada cerebral da Solovyov Design, que fará com que toda vez que tenhamos uma ideia acenda uma luz com estilo e conexões neuronais em vez da vulgar lâmpada de sempre.

Sua mera visão fará com que pensemos em nosso próprio cérebro e isto desencadeará outras ideias; pois, usaremos todos os meios a nosso alcance para desenvolvê-las e descobrir com amargura que a ideia primigênia era muito melhor. Não vos enganeis: é inevitável e sempre assim. Por mais que a gente saiba que toda ideia ou modificação posterior será pior, não há como fugir da maldita curiosidade.

Via | Quem matou Bambi?.


Atenção emo: sua amada franja pode ocasionar olho vago

LuisaoCS

Atenção emo: sua amada franja pode ocasionar olho vago

Sabe o que é a ambliopia? É o que comumente se denomina olho vago ou preguiçoso. É uma perda de acuidade visual sem lesão que o justifique. Nada preocupante e nem muito difícil de corrigir, mas o problema pode ser a conseqüência de seu penteado. Pelo menos é isso que afirma a Associação de Optometristas da Tasmânia que está advertindo da incidência desta circunstância entre os jovens emos empenhados em ocultar um de seus olhos sob uma estilosa franja.

Esses penteados assimétricos tão na moda entre os emos pode acarretar negativas conseqüências. Derivado de manter continuamente um olho tapado em sua capacidade visual pela franja, constatou-se que se pode desenvolver uma ambliopia ou olho vago, uma atrofia na capacidade de enfoque do olho oculto capilarmente.

Ademais adverte-se de outras duas conseqüência a acrescentar à perda da acuidade visual desse olho. Por um lado o olho que fica livre do obstáculo estético deve se esforçar mais, o que pode potencializar o aparecimento de algum outro tipo de problema visual por sobre-esforço. Por outro os contínuos movimentos de pescoço e cabeça que alguns portadores de tão espessas franjas realizam para compensar a limitação visual pode ocasionar também problemas cervicais.

Enfim, ao que parece esta coisa de ser emo não é nada bom para a saúde. Ou seja, outra desculpa a mais para queixar-se dessa sua eterna angústia vital. Oh dia, oh vida, oh azar!

Via | The Mercury.


Engenheiro propõe fabricar USS Enterprise para salvar o programa espacial internacional

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Engenheiro propõe fabricar USS Enterprise para salvar o programa espacial internacional

Não há dúvidas de que apesar de estarmos vivendo anos muito frutíferos quanto à exploração visual do universo e da descoberta de milhares de fenômenos desconhecidos, planetas e sistemas solares remotos, as viagens espaciais se encontram totalmente estancadas e limitadas a um corredor seguro de fornecimentos entre a Estação Espacial Internacional e a Terra e o iminente debut das primeiras viagens particulares ao espaço próximo.

Para além desta fronteira, tudo o que acontece são viagens não tripulados ou projetos a muito longo prazo. Mas como Obama esvaziou o orçamento da NASA e outras agências espaciais estão também catando papel na ventania, não há como empreender grandes desafios. A única coisa inovadora que conhecemos nos últimos anos sobre o espaço exterior é o projeto de extração de minerais que será empreendido pelos criadores de Google junto ao cineasta James Cameron.


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