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A realização científica de 2020, segundo a Science

LuisaoCS

Na ciência, como em tudo o mais, a pandemia dominou todas as outras notícias em 2020. A mudança climática foi a próxima, trazendo incêndios, furacões e lutas políticas às nossas manchetes e cruzando um ponto sem volta nas páginas internas. A revista Science apresenta seus principais avanços científicos de 2020 acima.

O fato é que a cada ano, editores e pesquisadores escolhem uma das principais realizações como a Revolução Científica do Ano. Este ano, essa honra vai para as várias vacinas contra a covid-19 que tiveram sucesso em grandes testes em humanos e agora estão sendo implantadas em todo o mundo.

De qualquer forma, a ciência também chega ao fm de 2020 capenga de tanto ser maltratada, porque há um culto à ignorância -de Dunning-Kruger- no Mundo, e sempre existiu, mas 2020 foi "punk". Como disse Isaac Asimov certa vez:

- "A tensão provocada pelo antiintelectualismo é um problema constante em nossa vida política e cultural, alimentado pela falsa noção de que democracia significa que 'minha ignorância é tão boa quanto o seu conhecimento.'"

E graças aos avanços científicos, que deram vozes aos ignorantes, trolls politicamente motivados e negacionistas de evidências científicas podem promulgar mentiras e o caos nas redes sociais.


A fibra de carbono é 10x mais forte que o aço, a menos que você faça isso

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A fibra de carbono é incrivelmente forte, cerca de 10 vezes mais forte do que o aço, no entanto, colocada sob qualquer carga diferente de tensão, a resistência simplesmente desaparece. É por isso que é muito importante garantir que você coloque suas peças de fibra de carbono na orientação correta para garantir que permaneça tensionada.

Esta é uma ideia muito comum usada no gerenciamento de cordas para escalada. Os nós podem -dependendo do nó e do tipo de fibra- alterar significativamente a resistência de uma linha. Vale também para as linhas de pesca.


As experiências reais que inspiraram Frankenstein

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O romance de Mary Shelley, Frankenstein, foi escrito em 1818 e publicado em 1820. O livro era ficção, mas trazia ao público questões de ciência, filosofia e ética de uma maneira que as explicações da ciência dura não alcançavam. No entanto, as discussões sobre a natureza da vida e da morte e o que o homem e seu conhecimento poderiam fazer a respeito estavam na primeira linha da ciência na época, devido a alguns experimentos muito reais, semelhantes aos do Dr. Frankenstein. Vox aborda neste vídeo como os cientistas da época estavam empurrando os limites da própria vida.


Epigenética: como nossa saúde e nossos traumas são herdados a nossos filhos

LuisaoCS

Epigenética: como nossa saúde e nossos traumas são herdados a nossos filhos

Nos últimos anos a epigenética demonstrou que nossa concepção da herança como somente limitada ao DNA é errônea, já que é possível transmitir experiências a nossos filhos, as quais não se inscrevem no DNA. O vídeo no final deste post mostra como funciona um singelo exemplo na epigenética.

No caso de uma série de ratos de laboratório que receberam eletrochoques quando eram expostos a acetofenona, as seguintes gerações também desenvolveram neurônios sensíveis a este cheiro de frutas, transmitindo assim sua experiência do temor a este sinal, algo que evolutivamente poderia ser muito útil.


O dia que 5 voluntários se colocaram sob a explosão de uma bomba nuclear para ver o que acontecia

LuisaoCS

Em 19 de julho de 1957, 5 pessoas passaram um dos dias mais surrealistas e estranhos que se recordam. Essa data, cinco oficiais da Força Aérea de Estados Unidos ofereceram-se como voluntários para situar-se diretamente debaixo da explosão de uma bomba nuclear para ver o que ocorreria.

O vídeo foi encomendado pela Força Aérea dos Estados Unidos para demonstrar a segurança relativa de um intercâmbio nuclear de baixo grau na atmosfera. Dois coronéis, dois comandantes e um quinto oficial ficaram bem embaixo da explosão. Só o câmera, George Yoshitake, não foi voluntário.


Se você se lembra de algo da primeira infância, provavelmente esteja inventando

LuisaoCS

Se você se lembra de algo da primeira infância, provavelmente esteja inventando

As lembranças da infância precoce são um mistério e, em muitos casos, ficção. Assim revelou um estudo realizado com a participação de 6.641 pessoas, que concluiu que cerca de 40% delas se lembrava de situações que, em realidade, não aconteceram.

Ao analisar os resultados da pesquisa, especialistas britânicos revelaram que 38,6% dos consultados dizia ter lembranças de quando eram menores de 2 anos; deles, 893 asseguravam que se lembravam de situações de quando não tinham chegado ao ano de vida.

Em confrontação com a realidade, o caso é que em muitos outros estudos a média de idade na codificação das memórias mais antigas é geralmente encontrada em algum lugar na primeira metade do terceiro ano de vida, nunca antes.


O contato visual direto implica mais hostilidade do que boa fé

LuisaoCS

O contato visual direto implica mais hostilidade do que boa fé

O contato visual costuma ser ponderado como uma importante arma de persuasão na retórica e na conversa cotidiana: as "janelas da alma", os olhos, são associados com a boa fé dos interlocutores e com a ideia de que o que dizem é verdade. Mas esta ideia não parece ter bases científicas: em uma pesquisa realizada pela Universidade de British Columbia, e publicada na revista Psychological Science, a psicóloga Frances Chen estudou um grupo de voluntários com tecnologia que permite seguir o olhar dos interlocutores, não só de quem fala.

Depois de vários experimentos, Frances chegou a conclusão que o contato visual só é efetivo quando o receptor já se encontra convencido de antemão do ponto de vista do emissor. Um outro experimento demonstrou que aqueles que escutam podem se sentir mais próximos no ponto de vista do emissor ao observar sua boca, não seus olhos.


Um robô para pôr e tirar lentes de contato é a verdadeira acepção de fé na tecnologia

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Ainda que quem usa habitualmente lentes de contato aprende logo a colocá-las e retirá-las sem grandes problemas, ver um robô fazendo o mesmo é um pouco incômodo e desagradável, por não dizer que assusta, além de requerer mais fé na tecnologia do que temos, em realidade. O invento é de Craig Hershoff, que diz que resulta útil para pessoas que não têm a destreza de pôr e tirar as lentes por si mesmas.

Ele teve experiências semelhantes, que o levaram a projetar o robô que pode inserir e remover as lentes sem que o usuário precise fazer nada além de manter as pálpebras bem abertas.

O robô é projetado especificamente para lidar com o que é conhecido como lentes de contato esclerais, que criam uma cúpula cheia de lágrimas sobre a córnea do olho para corrigir problemas de visão complicadas que outras soluções, como óculos ou lentes de contato normais, não podem.

Para muitos pacientes, as lentes esclerais são a única opção e, se eles não forem capazes de inseri-las e removê-las adequadamente por conta própria, muitas vezes precisam apenas aprender a conviver com a doença.


Como tratar a infestação de pulgas de mais de 100 gatos grandes

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Por si só, a puliciose, a infestação por pulgas -geralmente da pulga do gato (Ctenocephalides felis)- é um dos principais problemas de pele dos gatos pois pode ser tão frequente quanto difícil de ser eliminado ou inclusive identificado, porque os gatos se lambem muito e acabam mascarando o problema.

Para piorar essas pulgas são vetores de doenças infecciosas e, além de minar o pobre bichinho, provocando anemia, fraqueza e inclusive morte nos casos mais graves, infectam também o ser humano. Existem diversos métodos de acabar com essas pulgas (consulte seu veterinário), mas nenhum deles terá efeito se o ambiente não for higienizado em conjunto, porque os ovos, larvas e pupa não ficam no pelo do gato e sim no chão, no tapete, sofá, cama, etc.

Tristemente, o problema também alcança os grandes felinos. Então, imagine, se já é complicado tratar nossas bolas de pelo e suas unhas afiadas, como seria ainda mais se esses animais fossem puro músculo. O Big Cat Rescue mostra neste vídeo o que eles fazem para tratar suas dezenas de grandes gatos.


As pessoas mentem para parecerem mais inteligentes do que realmente são

LuisaoCS

As pessoas mentem para parecerem mais inteligentes

Se você já se sentiu como se estivesse cercado por pessoas muito mais espertas, mais sexy e mais bem preparadas do que você, não se preocupe. A maioria das pessoas recorre à "mentira piedosa" para referir seu nível de educação e bagagem cultural, segundo os resultados de uma pesquisa realizada há um par de anos no Reino Unido.

O dados sobre a necessidade de parecer especialista em todas as áreas e de aparentar um aspecto de elevado intelecto foram bem reveladores: 53% dos pesquisados revelaram que usam indicadores sociais de intelectualidade, como óculos ou trajes formais.

52%, em sua desesperada perseguição de uma imagem refinada, enfeita suas estantes com livros que nunca leram, entre os quais destacam "Guerra e paz" de Leon Tolstói, "1984" de George Orwell e "Mein Kampf", este último evidentemente para engrossar o enunciado de Godwin -este mesmo que diz que à medida que cresce uma discussão on-line, a probabilidade de que surja um imbecil limitado em argumentação para fazer uma comparação envolvendo Adolf Hitler ou nazismo é praticamente de 100%-.


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