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800 belugas à vista de drone

LuisaoCS

Não faz muito tempo e cenas como essas eram raríssimas e necessitavam de toda uma equipe de apoio para que fossem registradas. Agora com um simples drone é possível avistar ao norte da ilha de Baffin, na região do Ártico canadense este cardume sem igual. O espetáculo é maravilhoso e não há palavras que possa descrever a cena.


Um cardume de peixes robóticos que atua com inteligência coletiva

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Este cardume de peixes robóticos, chamado SwarmDivers, fabricados pela companhia australiana de tecnologia para o mundo marinho Aquabotix, usa um sistema de comunicação que permite conectar uns com os outros, de maneira que atuem como um cardume rela, quase ao uníssono.

Os SwarmDivers podem ser deslocado a 8 km por hora, são capazes de localizar objetivos mediante GPS e "fazer coisas" como coletar dados com seus sensores de temperatura e pressão. As baterias duram em torno de 3 horas. São desenhados de maneira que têm uma espécie de nariz de plástico resistente, podem operar em águas tranquilas -ou nem tanto, inclusive em zonas de ondas- e quando terminam sua tarefa podem ser levados a bordo do barco.

Como costuma acontecer, eles têm capacidades para operar em diversos cenários. Dois deles são detectar a poluição marinha e outro é com fins militares. Adivinha para que usarão primeiro.


Esta instalação artística usa a atividade neuronal para criar estruturas multidimensionais e o resultado é alucinante

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Melting Memories é uma instalação artística de Refik Anadol que trata de representar visualmente a atividade cerebral relacionada com a memória. Consiste em uma tela led de grandes dimensões e combina pinturas, projeções de luz e formas tridimensionais que resultam em uma espécie de Stargate bastante alucinante.

Segundo explica Anadol, os dados procedem de medidas EEG (eletroencefalograma) tomadas no laboratório Neuroscape da universidade de Califórnia e que medem a atividade das ondas cerebrais. Estes conjuntos de dados constituem as peças com as quais são construídos os algoritmos que o artista precisa para produzir as estruturas visuais multidimensionais da referida instalação.


O estrambótico trem voador: um conceito que reúne o pior de ambos os mundos

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Há que reconhecer que o vídeo é legal e ademais é digno de qualquer série de desenhos animados utópica estilo Jetsons. Mas este «invento» entra direto no Top 3 dos conceitos mais absurdos: um trem voador. Seu criador, o russo Semenov Dahir Kurmanbievich, teve muita imaginação, além de muitos recursos e paciência, ainda que muitos problemas óbvios ficaram sem solução aparente.

Só cabe lhe desejar sorte ao talento, porque as leis da física serão duras com ele. Pois se alguém não crê: dizem que estão construindo quatro. S este troço sair do chão eu dou a minha... mão a palmatória.


Desfrutem um espetacular vôo em 3D por Júpiter

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Os cientistas da NASA, que trabalham em a missão Juno, publicaram um filme infravermelho em 3D que mostra ciclones e anti-ciclones sobre as regiões polares de Júpiter, bem como a primeira vista detalhada de um motor que alimenta o campo magnético de qualquer planeta para além da Terra. Para elaborar esse vídeo, a agência espacial utilizou dados reunidos pelo espectrômetro de imagens Jiram que se encontra a bordo da sonda Juno. Essa informação permitiu que os pesquisadores gerassem um vôo tridimensional sobre o polo norte de Júpiter.


Faça uma viagem do Google Street View pelo mundo

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Maria Constanza Ferreira criou este curta-metragem usando screen grabs do Google Street View. Ao definir a perspectiva para uma visão fixa, cria a ilusão de uma estrada impossivelmente longa. À medida que o filme avança, ela usa manipulação digital para transformar imagens de satélite em arte abstrata. Muito legal!


7 minutos de caminhões a controle remoto

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Estamos sempre impressionados com a atenção aos detalhes que aparecem nos festivais de veículos de controle remoto na Europa, e essa seleção de modelos em escala de caminhões e ônibus ao vivo no show da Modell Leben em Erfurt, na Alemanha, não é uma exceção. Muito legal.


Forjando martelos com aço damasco

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O ferreiro Alec Steele e os estudantes que treinam em sua oficina mostram como condensar, temperar e martelar o aço super aquecido, primeiro pela máquina, depois à mão, para criar um par de impressionantes martelos.


Conheça Charles, o irmão da robô Sofia

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Peter Robinson, professor do Departamento de Informática da Universidade Cambridge, no Reino Unido, criou um robô capaz de imitar emoções humanas. O professor acha que o desenvolvimento do humanóide, batizado como Charles, ajudará os robôs do futuro a interagir socialmente com as pessoas e responder aos sinais não verbais humanos.

Charles tem câmeras especiais e programas de análises capazes de registrar e decifrar diferentes emoções humanas. Os dados analisados depois transmitem aos músculos artificiais de Charles, para que o rosto do robô reproduza movimentos faciais adequados associados com uma variedade de estados de humor programados.

O programador destacou que sua equipe continuará trabalhando para que Charles seja mais natural, com um sistema de monitoramento de emoções mais avançado, já que apesar de ser extraordinariamente realista, em função das próteses, os atuadores não conseguem imitar com perfeição os músculos humanos deixando aquela sensação esquisita do vale da estranheza.

Charles é a resposta britânica ao desenvolvimento do robô Sofia, que prometeu aniquilar a humanidade. Sofía também é capaz de mostrar 62 emoções humanas e recentemente aprendeu a caminhar (mais ou menos).


É duro ser boneco de teste, mas é bem mais duro ser boneco de teste da NASA

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Tenho aqui algumas tomadas bastante interessantes da dura vida dos bonecos de provas em seu dia a dia nos laboratórios do Centro de Pesquisa Langley da NASA. Principalmente são utilizados para comprovar as medidas de resistência e segurança de aviões e veículos espaciais. O que inclui impactos contra paredes, solo e água.

Tal e qual explicam os engenheiros, estes simpáticos e sofridos ajudantes mecânicos são repletos de sensores em diversas partes do corpo para calcular a potência dos impactos e os possíveis danos que causariam as diversas forças às pessoas.

Dizem que normalmente todos os danos acontecem entre 1 e 4 décimos de segundo depois do instante do impacto. Por esta razão os instrumentos têm que ser muito rápidos gravando os dados com uma alta frequência de amostragem, para acumular todos os possíveis nesse tempo.

Que tudo seja tão rápido também é a razão pela qual os diversos sistemas de segurança como os airbags dos carros tenham que agir em poucos milésimos de segundo. Mais tarde todo o dano já aconteceu. Em algumas regiões dos corpos dos bonecos colocam mais sensores do que o normal (por exemplo o pescoço) para analisar diferentes tipos de danos.

Entre as provas que realizam em Langley estão colisões de cabines de avião, helicópteros e inclusive testes da cápsula Orion da NASA quando desce sobre a água. Isto permite saber que velocidades e ângulos são mais e menos seguros para os astronautas e se seus trajes e capacetes serão suficientes ou seria necessário outra camada de reforço.


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