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Uma engenhosa impressora 3D modificada para preparar sanduíches

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Esta engenhosa máquina do Engenheiro Mecânico Yuroki Kuto, e uma equipe de engenharia da Universidade Meiji em Tóquio, parece um mecanismo de impressora 3D bastante modificado com outras peças sob medida para um propósito muito específico: preparar sanduíches. Ou talvez seja todo um grande truque montado em stop-motion?

O vídeo mostra como depois de colocar os ingredientes nos recipientes adequados a máquina se encarrega de movê-los e de cortar o pepino e a mortadela, além do pão –com um engenhoso truque– para conseguir o sanduíche perfeito. Truque ou não, parece delicioso.

Este inteligente sistema de impressão 3D personalizado, conhecido como "Functgraph, pode realizar uma ampla variedade de tarefas, como construir carrinhos de brinquedo, embalar figuras e dobrar roupas.


Achar que você sabe muito sobre um tema é uma forma de autoengano

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Achar que você sabe muito sobre um tema é uma forma de autoengano

Não importa que tão a fundo conheçamos um tema: nosso cérebro pode enganar-nos para fazer-nos achar que sabemos mais do que sabemos realmente. Uma equipe de psicólogos da Universidade de Cornell realizou um experimento a respeito de um fenômeno chamado "overclaiming", que poderíamos traduzir como superestimativa dos próprios conhecimentos, com frequência com o objetivo de demonstrar que somos mais espertos do que somos em realidade.

Os participantes do estudo deviam qualificar a si mesmos em uma série de temas, e depois deviam qualificar quão bem manejavam 15 termos especializados dos temas que supostamente conheciam melhor. O que não sabiam é que três destes termos eram falsos. A pesquisa deixou evidente que se um participante dissesse que conhecia muito bem certo tema, tinha mais probabilidades de afirmar que conhecia algum dos três termos falsos, isto é, de superestimar seu próprio conhecimento.


Esta é a misteriosa razão pela qual as pessoas inteligentes tomam más decisões

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Esta é a misteriosa razão pela qual as pessoas inteligentes tomam más decisões

As habilidades cognitivas promovem aspectos acadêmicos e profissionais, mas não necessariamente os vinculados com decisões que levem a uma melhor vida. Todos conhecemos pessoas que se qualificam por ter um alto QI, mas cujas decisões de vida em ocasiões costumam ser péssimas; ou bem, pessoas muito inteligentes, mas que em sua vida cotidiana se metem em imbróglios muito estúpidos, como esquecer coisas, confundir o dia da semana, etc.


A moral é mais irracional do que racional à maioria das vezes

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A moral é mais irracional do que racional à maioria das vezes

Por muito que pensemos em praticar uma ética utilitarista, racional e lógica, em que nossos julgamentos morais estejam ponderados e sejam equitativos, a verdade é que a maioria de nossas intuições morais brotam de forma tão alambicada como uma selva tropical.

A razão é que, ademais, nossa conduta não obedece a comportamentos estáticos e permanentes de caráter aplicáveis a todos os contextos. E isto é algo que começamos a saber faz quase cem anos, graças a alguns experimentos realizados na década de 1920.

Realizada pelos psicólogos da Universidade de Yale Hugh Harsthorne e Mark May, a pesquisa abrangeu 10.000 alunos aos quais ofereceram a oportunidade de mentir, enganar e roubar em uma variedade de situações.

As conclusões foram totalmente imprevisíveis, caóticas e alheias a padrões, tal e qual explica David Brooks em seu livro "The Social Animal":


Explicando as piores pandemias da história

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Um episódio sombrio de After Skool conta a história das piores pandemias do mundo e explica o que podemos aprender com elas usando uma combinação de ilustrações do quadro branco e fotos históricas.

Ao longo da história, presenciamos várias pandemias como varíola e tuberculose. Uma das pandemias mais devastadoras foi a Peste Negra, que matou cerca de 100 a 200 milhões de pessoas no século XIV. As pandemias atuais incluem HIV/AIDS e a covid-19. Outras notáveis ​​incluem a pandemia da gripe de 1918 (gripe espanhola) e a pandemia de gripe de 2009 (H1N1).

A triste conclusão é que os humanos confiam em um sistema muito frágil que pode ser revertido a qualquer momento, mas existem medidas positivas que podemos tomar para mitigar o colapso social, incluindo o próprio medo.


Usando pó fluorescente para mostrar como os germes se espalham

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O ex-engenheiro da NASA e vlogger de ciências Mark Rober, que está legitimamente preocupado com a pandemia global do coronavírus, conduziu um experimento muito interessante para descobrir como os germes se espalham pela sala de aula de crianças do ensino fundamental. Usando Glo Germ, um pó invisível fluorescente sob luz UV para simular a presença de germes, Rober foi capaz de rastrear como um vírus pode percorrer um grupo inteiro com apenas duas pessoas (aluno e professor) infectadas.


Motor radial de madeira

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Ian Jimmerson mostra um impressionante modelo de madeira que ele construiu que demonstra o funcionamento interno de um motor radial de 9 cilindros, como os usados em alguns aviões mais antigos. É realmente incrível o quão estável é à medida que aumenta a velocidade.


Cientistas dizem que podemos cheirar felicidade

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Cientistas dizem que podemos cheirar felicidade

O velho ditado diz que a felicidade é contagiosa. Uma pesquisa sugere que poderia realmente existir algum argumento científico para sustentar isso. A felicidade, dizem os cientistas, tem um cheiro distinto que os seres humanos podem sentir um no outro. E quando temos uma boa lufada de alegria de outra pessoa, somos mais felizes também.

A chave está em nosso suor, segundo o cientista Gün Semin, da Universidade de Utrecht, na Holanda, pesquisador sênior do estudo, "Being exposed to sweat produced under happiness induces a simulacrum of happiness in receivers, and induces a contagion of the emotional state."

Ele e sua equipe coletaram amostras de suor de um grupo de 12 homens enquanto eles observavam vídeos destinados a induzir diferentes emoções, como felicidade e medo. As amostras de suor foram então repassados a um grupo de voluntárias para que cheirassem.


A ereção dos órgãos androconiais de uma mariposa russa

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Denominada Chionarctia Nivea, também conhecida como Coremata, foi catalogada em 1859 e é encontrada principalmente na Rússia, mas também na China, Coréia e no Japão. Este vídeo mostra os seus órgãos androconiais, que a mariposa macho usa para liberar feromônios e atrair as fêmeas. Nessa espécie, o órgão consiste de tubos insufláveis bem na borda do abdômen.

Os órgãos androconiais, essas estruturas de sinalização de feromônios presentes nos machos de lepidópteros, são utilizados em comportamentos de acasalamento, quando os feromônios são excretados pelos órgãos servindo como afrodisíacos e tranquilizantes para as fêmeas, bem como repelentes para machos coespecíficos.

Conhecidas em inglês por "hair-pencil", essas glândulas ficam armazenadas dentro do macho até que o namoro começa, quando elas são forçados a sair para fora do corpo por alavancas esclerotizadas presentes no abdômen.


Um robô para pôr e tirar lentes de contato é a verdadeira acepção de fé na tecnologia

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Ainda que quem usa habitualmente lentes de contato aprende logo a colocá-las e retirá-las sem grandes problemas, ver um robô fazendo o mesmo é um pouco incômodo e desagradável, por não dizer que assusta, além de requerer mais fé na tecnologia do que temos, em realidade. O invento é de Craig Hershoff, que diz que resulta útil para pessoas que não têm a destreza de pôr e tirar as lentes por si mesmas.

Ele teve experiências semelhantes, que o levaram a projetar o robô que pode inserir e remover as lentes sem que o usuário precise fazer nada além de manter as pálpebras bem abertas.

O robô é projetado especificamente para lidar com o que é conhecido como lentes de contato esclerais, que criam uma cúpula cheia de lágrimas sobre a córnea do olho para corrigir problemas de visão complicadas que outras soluções, como óculos ou lentes de contato normais, não podem.

Para muitos pacientes, as lentes esclerais são a única opção e, se eles não forem capazes de inseri-las e removê-las adequadamente por conta própria, muitas vezes precisam apenas aprender a conviver com a doença.


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